Harry Potter and the Prisoner of Azkaban – J. K. Rowling

Nas resenhas que eu fiz dos primeiros dois livros da série (aqui e aqui), comentei que é meio surreal resenhar um livro que praticamente todo mundo que eu conheço já leu. No entanto, esta série é tão importante para mim que eu não poderia deixar de tentar…

Depois que os tios de Harry descobrem que ele não pode fazer magia fora de Hogwarts, eles trancam todo o seu material escolar no armário debaixo da escada que costumava ser seu quarto. Na primeira oportunidade que teve, no entanto, Harry conseguiu surrupiar alguns livros para poder trabalhar em seu dever de casa. Quando a coruja de Hogwarts chega com a lista de livros para o próximo ano e um formulário pedindo a autorização dos pais ou guardiões para que Harry visite o vilarejo de Hogsmeade, Harry aproveita a presença de uma “tia” que não sabe da existência de Hogwarts para subornar o tio pela assinatura.

Mas quando a tal tia começa a falar mal dos pais de Harry, comparando-os a cachorros, Harry, como todo adolescente, não aguenta e explode, ou melhor, quase faz a tia explodir. Ele foge de casa e se direciona ao Beco Diagonal, onde sabe que poderá ficar até o começo do ano letivo em Hogwarts.

Tudo isso seria um grande problema para Harry: ele realmente não pode executar feitiços fora da escola e automaticamente já se imagina um proscrito. No entanto, Sirius Black escapou de Azkaban, a prisão dos bruxos, e desconfiam que seu alvo é Harry Potter, o menino que subjugou o Lorde das Trevas. Assim, é mais do que um alívio quando todos vêem que ele está a salvo.

No decorrer do ano, Harry descobre porque Sirius poderia querer ir atrás dele, e começamos a entender melhor o passado do nosso amigo bruxo. O tom mais sombrio que o segundo livro trouxe é um pouco abafado neste, embora não suma: os dementadores garantem sua presença. Também notamos que o trio está crescendo e começa a sentir os impulsos típicos de adolescentes: Harry se sente atraído por Cho, e o jeito que Rony e Hermione começam a brigar lembra demais um casal.

Este é o meu livro favorito da série desde a primeira vez que eu o li, na cama da minha vó num Natal passado. Sirius Black é, desde então, minha personagem favorita da série, e Remus Lupin fica em segundo. O terceiro livro, apesar de curto, apresenta um novo nível de complexidade às personagens envolvidas: Harry descobre porque seus pais foram mortos, a parte de Lupin e Sirius tentarem matar o Pettigrew por sua traição, Hermione descobre que tem fraquezas nos estudos (vira-tempo e enfrentando o bicho-papão). Hagrid recebe uma nova chance na sociedade, mas ainda assim não consegue se adaptar ao que é esperado de um professor. De um modo geral, vemos as personagens principais crescendo, amadurecendo e se descobrindo.

Não tem como não amar esta série (eu sei que tem, mas ainda não acredito de verdade em quem diz que não gosta). Novamente, li o livro no ritmo de um capítulo por dia, e preciso insistir na idéia de que uma vez na vida façam isso com seu livro favorito.

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1 comentário

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