As Sete Irmãs – Lucinda Riley

Maia D’Apliése é a mais velha de seis irmãs, todas adotadas por Pa Salt – um milionário excêntrico, e criadas por Marina, a babá/mãe adotiva contratada por ele. As meninas foram batizadas em homenagem às Plêiades, um conjunto de sete estrelas que compõe a constelação de Touro. Pa Salt dizia que essa era sua constelação favorita, e que foi por isso que escolheu os nomes, ao mesmo tempo que deixava um mistério no ar. Apesar de ser composta por sete estrelas, apenas seis meninas foram encontradas por Pa Salt: Maia, Ally (Alcyone), Star (Asterope), CeCe (Celeano), Tiggy (Taygette) e Electra. Merope nunca foi encontrada, e esse mistério ainda não foi explicado.

“Cada uma de nós havia sido escolhida por Pa Salt quando éramos bebês, adotadas pelos quatro cantos do globo e trazidas para viver sob sua proteção. E cada uma de nós, como Pa gostava de dizer, era especial, diferente… suas meninas. Ele nos batizou com o nome das Sete Irmãs, sua constelação favorita.”

Maia recebe uma ligação de Marina, informando que Pa Salt morreu, e que seu advogado tem algo muito importante para compartilhar com ela e com as irmãs. Assim, elas retornam a Atlantis, a propriedade da família na Suíça. A herança de Pa Salt inclui dicas de como as mulheres poderiam descobrir de onde vieram, bem como uma esfera armilar indicando onde deveriam começar e uma frase em grego para as motivar. E Maia, a primeira das irmãs, é a primeira a partir em busca do seu passado.

Esfera armilar

Sua viagem a leva para o Rio de Janeiro, onde com a ajuda de um historiador/autor/amigo, ela junta as dicas de seu pai e é levada à Casa das Orquídeas. Lá, ela se depara com uma estátua de uma pessoa com feições muito parecidas com as suas. Infelizmente, a dona da mansão não quer ajudar Maia, mas sua empregada lhe entrega algumas cartas que introduzem Maia a sua bisavó, Izabela. A narrativa do livro se divide entre a história de Maia e a de Izabela, e a cada página chegamos mais próximo de entender as origens de Maia.

Eu adorei este livro. Quando comecei a ler, pensei que seria uma história dividida entre as sete irmãs desde o começo, mas não: o primeiro livro é de Maia. É difícil eu me dar bem com livros com a narrativa dividida entre diversas personagens, mas neste eu gostei, acho que ficou bem dosado. Eu também pensava que seria um livro bem mais bobinho, e está muito longe disso. As personagens são bem elaboradas, e eu fiquei fascinada com o tanto que a autora conhece da história do Brasil. Em diversos momentos esquecia que a autora não era uma brasileira, de tão boas as descrições que ela faz do Rio e da nossa história. Fascinante, para falar pouco. Não consigo fazer jus ao tanto que eu gostei desta história, estou ansiosa pela continuação, para saber mais sobre as irmãs, sobre Pa Salt, sobre todo o mistério que Lucinda Riley conseguiu colocar neste livro.

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