Downton Abbey

Em 1912, a notícia do naufrágio do Titanic abala uma família da aristocracia britânica, os habitantes de Downton Abbey. Além de perder membros da família, o navio levou os herdeiros do conde Grantham. Robert (Hugh Bonneville) se casou com uma herdeira americana, Cora (Elizabeth McGovern), para adicionar fundos à propriedade, e sua fortuna foi agregada às posses da sua propriedade. À moda daquela época, a terra e os títulos do conde devem passar para um homem, e não para suas filhas, que ficarão destituídas após sua morte.

O plano original era que a filha mais velha do casal, Mary (Michelle Dockery), se casasse com o herdeiro, de modo que ela ainda teria o título, e ele, com sorte, passaria para seu filho. A morte do herdeiro faz com que Mary se sinta livre do compromisso, e ela deseja que seu pai lute para contestar a linha de herança, e nisso ela é apoiada por sua mãe e avó, Violet (Maggie Smith), que não querem que toda a fortuna da família fique nas mãos de um desconhecido. Quando essa possibilidade lhes é negada, Cora e Violet passam a conspirar para que Mary conquiste Matthew, o novo herdeiro. As duas irmãs mais novas de Mary, Sybil (Jessica Brown Findlay) e Edith (Laura Carmichael), não recebem tanta atenção da família, já que elas não são as primogênitas. Enquanto Sybil aproveita isso para ser (mais ou menos) a filha rebelde, Edith é apenas má – pelo menos no começo da série.

Enquanto isso, em outra ala da casa, a equipe responsável por cuidar da mansão conhece Mr. Bates (Brendan Coyle). Ele foi batman, ou serviçal, do conde durante a Segunda Guerra dos Bôeres, onde ele salvou a vida do conde, ficando manco no processo. Ele vai assumir o posto de criado pessoal do conde, o que não agrada alguns dos serviçais, especialmente Thomas (Rob James-Collier), que esperava ser promovido a esse posto.

O lindo castelo de Highclere. Quem não iria querer conhecer um pouco da vida das pessoas que potencialmente moraram aí (as personagens de Downton são todas fictícias, claro, mas eles viviam como no seriado).

O seriado cobre diversos anos da vida da família e seus serviçais, incluindo a Primeira Guerra Mundial e a Gripe Espanhola de 1918. Estes e outros momentos enormemente tristes envolvem a família, mas há diversos momentos de alegria também, como tem que ser para retratar a vida real.

Além de retratar a história, Downton Abbey é lindamente fiel aos modos da época, incluindo fala e vestiário. Para quem nasceu quase cem anos depois das filhas mais novas, é uma janela para uma outra época. E o fato de que as personagens são, em sua maioria, muito amáveis e conquistam nossos corações rapidamente, com certeza torna o seriado ainda mais delicioso de assistir. Fiquem de olho em Violet (e sua língua) Sybil e Tom (Allen Leech), minhas personagens favoritas.

Seis temporadas e muita emoção depois, Downton Abbey já acabou, com um episódio final digno de novela: cheio de finais felizes (e lágrimas minhas). Infelizmente, acabou, mas é uma daquelas séries que a gente (ou eu, pelo menos) adora poder rever mil vezes.

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