TAG – 20 Fatos Literários Sobre Mim [Mari]

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A Núbia pediu para eu responder à TAG e eu não sei dizer não para ela, então estou roubando uns minutos de sono (vou pagar por isso, mas vale a pena!) para responder.

1) Sou fã incondicional do autor
Bom, qualquer pessoa que me conhece sabe que o Bernard Cornwell é o dono da minha estante. Já comprei livro porque tinha uma frase na capa falando que ele recomendava, hihihi. Daí vem a Diana Gabaldon, autora de Outlander, uma série fan-tás-ti-ca. Desses dois, até post-it eu leria com prazer! Continuar lendo

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TAG – 20 Fatos Literários Sobre Mim [Núbia]

Vi esta TAG no canal Ao sol, no quintal (vocês podem ver o vídeo da Ângela clicando aqui). Ela foi tagueada pela Tamy do canal Literatamy. Ninguém me marcou, mas eu decidi responder porque gostei muito dos tópicos elencados.

  1. Sou fã incondicional do autor(a).

Acho que não é segredo para ninguém que sou fã de carteirinha (com direito a ter participado durante um bom tempo de um fórum dedicado a ele) do J.R.R. Tolkien. O Bernard Cornwell é outro autor que virei fã depois de ter lido sua trilogia sobre o Rei Artur e do qual gosto cada vez mais a cada livro dele que leio. Posso dizer o mesmo sobre a Svetlana Aleksiévitch, cada livro dessa mulher é um soco no estômago e uma lição de humanidade. Continuar lendo

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Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes 2 (Francesca Cavallo & Elena Favilli)

Elena Favilli e Francesca Cavallo (fonte –  Kickstarter)

Francesca Cavallo e Elena Favilli são co-fundadoras da empresa de mídia Timbuktu Labs com sede nos Estados Unidos. A empresa reúne empreendedores, designers, educadores e engenheiros com experiência internacional na indústria de entretenimento infantil, com o objetivo de produzir conteúdos envolventes e tecnológicos, passando pelos livros, jogos e brinquedos infantis. Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes surgiu da vontade de produzir um material de qualidade, que fosse inspirador e empoderador e que mostrasse às garotas todo o potencial de “garota rebelde” que elas trazem consigo. O primeiro volume foi publicado via financiamento coletivo no Kickstarter. O livro que traria 100 histórias (no formato das fábulas e dos contos de fadas) de mulheres extraordinárias do passado e do presente, com ilustrações produzidas por mulheres talentosíssimas do mundo inteiro, bateu recordes de arrecadação. Cem por cento da meta de arrecadação foi atingida em apenas trinta horas e pessoas de mais de setenta países apoiaram o projeto que se tornou um sucesso de vendas em vários países. No Brasil, a V&R Editoras publicou o livro em 2017 e por aqui o sucesso também foi imediato. Agora, cem novas extraordinárias mulheres são celebradas em um segundo volume (que bem poderia se tornar uma série). Cem histórias de mulheres de todos os cantos do mundo, de vários períodos da nossa história e de todas as idades, que lutaram (e lutam) por mais espaço, que perseguiram (e ainda perseguem) seus sonhos mesmo contra todas as possibilidades, que se mostraram exímias nos campos aos quais se dedicaram e que mostraram (e mostram) por A + B que lugar de mulher é aonde ela quiser e que o gênero não deveria ser uma barreira para a escolha de uma profissão.

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Resumo do Mês

O mês de abril foi fraco em leituras (li apenas três livros!), também tivemos menos postagens aqui no blog. Em compensação, com as resenhas publicadas aqui, avançamos um pouco mais nos Desafios Literários deste ano (Desafio Livrada e Desafio Lendo Mais Mulheres) e no projeto de leitura Volta ao Mundo em 198 Livros. Se você perdeu algum post, confira os links abaixo:

 

Resenhas:

O amor nos tempos do cólera (Gabriel García Márquez)

15 contos escolhidos (Katherine Mansfield)

O homem é um grande faisão no mundo (Herta Müller)

Ainda sou eu (Jojo Moyes) – Parceria Intrínseca

Moribito – O guardião do espírito (Nahoko Uehashi)

 

Aleatoriedades:

Colecionando Textos #13

TAG – De A a Z

E, para não perder o costume, essas foram as postagens com mais visualizações no mês:

K-dorama: Best Love

K-dorama: Playful Kiss

O menino do pijama listrado (John Boyne)

Haroun e o mar de histórias (Salman Rushdie)

Minha vida fora de série – 3° temporada (Paula Pimenta)

 

 

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Moribito – O Guardião do Espírito (Nahoko Uehashi)

Moribito é uma série de fantasia que começou a ser publicada em 1996 e conta com dez volumes. A história criada por Naholo Uehashi inspirou mangás e foi transformada em anime pela Production I.G com direção de Kenji Kamiyama (de Ghost in the Shell). No primeiro volume, Uehashi traz as aventuras de Balsa, Chagum e o espírito Nyunnga Ro Im. Balsa é uma mulher de 30 anos, habilidosa lanceira e guarda-costas itinerante que presenciou um acidente envolvendo o segundo príncipe de Nova Yogo (Chagum) e o resgatou. Acontece que um espírito que coloca um ovo em um hospedeiro humano a cada cem anos, escolheu Chagum para ser o portador da vez e Balsa, atendendo às súplicas da Segunda Rainha, agora é a responsável por manter o garoto a salvo. De um monstro que caça e se alimenta dos ovos do Nyunga Ro Im e dos servos do Mikado (o rei) que ordenou a morte do próprio filho, por causa dos seus interesses políticos. Nessa jornada eles terão a ajuda de Tanda, amigo de infância de Balsa e xamã em formação e de Torogai uma exímia mestre xamã. Continuar lendo

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Ainda Sou Eu (Jojo Moyes)

Atenção, esta resenha trata dos acontecimentos ocorridos no terceiro livro da duologia trilogia Como eu era antes de você e pode haver spoilers sobre fatos dos primeiros livros. Para saber o que eu achei deles, confira os links no final desta resenha.

 

Em Depois de Você Lou Clark precisou aprender a juntar seus pedaços, descobrir suas potencialidades, restabelecer suas relações com sua família, e encontrar forças para superar as marcas indeléveis que a perda de Will causou em sua vida. O segundo volume foi sobretudo uma história sobre superação, um ponto de parada para que Lou se preparasse para a sua grande jornada de descoberta. Por isso, a existência de um terceiro volume acabou sendo menos surpreendente. Depois de vermos Lou se acertar com a família, estabelecer um relacionamento com Lily, se envolver com Sam e receber uma proposta de emprego que lhe permitirá alçar voos, é claro que ficamos curiosos para saber como será essa experiência e se as coisas finalmente irão se ajeitar para Lou. É isso que Jojo prometeu entregar em Ainda Sou Eu, e conseguiu. Eu ainda prefiro os dois primeiros volumes, mas Ainda sou eu com todo seu ar de Quinta Avenida, mas com uma pitada de subúrbio (ainda bem!) e uma boa dose de moda (que até poderia ser mais!), rendeu uma leitura divertida, um tanto dramática e bastante enternecedora. Continuar lendo

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O Homem é um Grande Faisão no Mundo (Herta Müller)

Decidir qual livro ler como representante da Romênia no Projeto Volta ao Mundo em 198 Livros não foi uma tarefa fácil. Não por escassez de autores e títulos, mas porque decidida a ler uma obra da Herta Müller tive receio de acabar escolhendo a obra errada e me decepcionando com a autora. Já ouvi e li tantas opiniões divergentes acerca de sua obra, e um bocado de pessoas com gostos parecidos com os meus não tiveram uma boa experiência com os livros da autora, que quando finalmente optei por começar com O Homem é um Grande Faisão no Mundo, foi com as expectativas lá embaixo. E que coisa boa é ser surpreendida positivamente. Ao menos neste, a narrativa de Herta é certeira, concisa e sem rebuscamento, mas ao mesmo tempo é de muita riqueza poética e transpira as feridas sofridas pelos alemães nascidos em terras romenas, como a própria Müller. Continuar lendo

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TAG – De A a Z

Vi esta TAG no canal da Tatiana Feltrin (vocês podem ver o vídeo da Tati clicando aqui), que viu no canal da lia O livro (veja o vídeo). Ela foi adaptada a partir de uma tag publicada em um blog gringo (o The Perpetual Page Turner), e apesar de ser antiguinha e muita gente já ter respondido, achei legal trazê-la aqui para o blog também. Continuar lendo

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Colecionando Textos #13

 

 

 

*Free Online Logo Maker. https://www.designevo.com

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15 Contos Escolhidos (Katherine Mansfield)

“Eu tinha ciúmes de sua escrita – a única escrita da qual eu já tive inveja.” Foram essas as palavras de Virginia Woolf sobre a obra daquela com quem manteve uma relação de estreita amizade, que envolvia trocas de cartas e revisões de manuscritos, Katherine Mansfield. Se cabe a Woolf ter um dos melhores exemplo do uso do fluxo de consciência em um romance. Mansfield foi a pioneira no uso e tem ótimos exemplos da técnica em seus contos. Katherine nasceu em 1888 na Nova Zelândia e mudou para a Inglaterra em 1902. Nesse período, o violoncelo detinha suas atenções. Foi somente ao retornar ao seu país natal em 1906 que começou a escrever contos, e mais tarde, em 1908, ao deixar de vez a Nova Zelândia e partir para a Inglaterra, foi que mergulhou de vez na vida Noêmia comum aos escritores da época. Sua vida foi curta, Mansfield morreu aos 34 anos vítima de tuberculose, mas seus contos ressoam até hoje. Nesta pequena coletânea, que abarca os contos escritos por Mansfield entre 1915 e 1922, ela se mostra exímia em tornar o cotidiano envolvente. Ao mais esconder do que revelar e lançar muitas suposições e dicas em sua narrativa, seus contos podem durar poucas páginas, mas permanecem com o leitor que se vê enleado em elucubrações. Eu que não sou uma pessoa de contos, me vi enredada em vários deles. Críticas aos costumes, ao assistencialismo sob os holofotes, questões de classe e a construção do feminismo na sociedade patriarcal são só alguns dos temas abordados por Mansfield em sua obra. Alguns contos são realmente primorosos, quer seja pela estética, pela crítica implícita ou pela força de seus personagens, e merecem ser destacados. Continuar lendo

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