Resumo do Mês

Post rápido só para não deixar esquecidas as postagens que tivemos por aqui nesse infinito mês de janeiro. Não deixem de conferir os links abaixo, caso tenham perdido alguns de nossos posts.

Resenhas:

O homem do castelo alto (Philip K. Dick)

Eu sei por que o pássaro canta na gaiola (Maya Angelou)

Black Hammer – O Evento (Jeff Lemire, Dean Ormston, David Rubín & Dave Stewart)

Aleatoriedades:

TAG 100% ou Retrospectiva Literária

Porque continuarei a participar de Desafios Literários

Colecionando Textos #26

Colecionando Textos #27

Desafio Livrada! 2019

Desafio Literário Viaggiando 2019

Um Autor de Quinta #107

E, para não perder o costume, essas foram as postagens com mais visualizações no mês:

Minha Vida Fora de Série – 4° Temporada (Paula Pimenta)

K-dorama: Sungkyunkwan Scandal

K-dorama: City Hunter

K-dorama: The Heirs

Minha Vida Fora de Série – 3° Temporada (Paula Pimenta)

 

 

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Um Autor de Quinta #107

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile.

Jenny Han

Minha primeira experiência com a escrita de Jenny Han não me fez cair de amores por ela, a trilogia Olho por Olho escrita à quatro mãos com a Siobhan Vivian, apesar de ser cativante em alguns pontos, deixou muito a desejar. Foi sem maiores pretensões que comecei a ler sua obra solo Para todos os garotos que já amei e foi assim que me vi fisgada por seus personagens cativantes, por sua narrativa fluida e por uma trama que torna difícil largar o livro antes de chegar ao final.

A norte-americana Jenny Han nasceu no dia 03 de setembro de 1980 em Richmond na Virginia. Atualmente ela mora no Brooklyn em Nova York. Han cursou a Universidade da Carolina do Norte e posteriormente fez um mestrado em escrita criativa voltada para jovens leitores, na mesma época trabalhou em uma livraria e uma biblioteca voltadas para o público infantil. Trabalhar nesse universo dos romances infanto-juvenis, juvenis e YA sempre foi muito natural para ela. Shug (2006), seu primeiro livro, foi escrito enquanto ela ainda estava na faculdade e é voltado para o público infantil. Em 2009 começou a escrever para o público jovem adulto e desde então não parou mais. Sua trilogia mais recente, Para todos os garotos que já amei, se tornou um sucesso mundial e ganhou uma adaptação feita pela Netflix. E sim, teremos um segundo filme! Continuar lendo

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Colecionando Textos #27

 

 

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Desafio Literário Viaggiando 2019

O segundo desafio literário que decidi participar este ano foi o recém criado Desafio Viaggiando proposto pela Camila Navarro (veja o vídeo de apresentação do desafio aqui). Para quem não sabe a Camila é a idealizadora do Projeto 198 Livros aqui no Brasil e foi por influência dela que resolvi embarcar nessa viagem de ler um livro de cada país, então, claro que me animei em participar de um desafio que irá contribuir para dar um gás ao meu xodó dentre os meus projetos de leitura para a vida. São apenas dez categorias e somente uma regra, escolher livros de países diferentes para cada categoria. Vejam as minhas escolhas:

  • 1. Um livro censurado em seu país de origem.
  • Foi a categoria que mais tive dificuldade em escolher um título, por falta de conhecimento mesmo, acabei tendo de apelar para a Svetlana.

    Título escolhido: A guerra não tem rosto de mulher (Svetlana Aleksiévitch)

  • 2. Um livro que retrate uma religião não-cristã.Estou ensaiando ler a história de Malala há muito tempo, acho que finalmente é chegada a hora.

    Título escolhido: Eu sou Malala (Malala Yousafzai)

  • 3. Um livro sobre a ditadura.Pensei em colocar a Lygia Fagundes Telles aqui, mas como já selecionei um do Brasil em outra categoria, vamos explorar a ditadura chilena com a Isabel Allende.

    Título escolhido: A Casa dos Espíritos (Isabel Allende)

  • 4. Um livro que retrate a situação das mulheres.Vamos de Venezuela nessa categoria.

    Título escolhido: Ifigênia (Teresa de la Parra)

  • 5. Um livro que retrate a vida de imigrantes.Tenho vários livros aqui que se encaixam nessa categoria, mas vamos de Amin Maalouf porque quero garantir o Líbano para o projeto.

    Título escolhido: Os desorientados (Amin Maalouf)

  • 6. Um livro sobre uma guerra fora da europa.A história de Ismael Beah até poderia ser ficção, mas na verdade é o retrato nu e cru de um sobrevivente de uma guerra que transformou crianças em soldados e dizimou milhares de serra-leoneses.

    Título escolhido: Muito longe de casa (Ismael Beah)

  • 7. Um livro sobre genocídio.Outra guerra civil que dizimou milhares, dessa vez no Camboja.

    Título escolhido: À sombra da figueira (Vaddey Ratner)

  • 8. Um livro sobre colonialismo.Vou de Jean Rhys nessa porque quero ler mais sobre a Dominica.

    Título escolhido: Vasto mar de sargaços (Jean Rhys)

  • 9. Um livro sobre escravidão.Maria Firmina dos Reis é a primeira autora negra de que se tem notícia na literatura brasileira, foi também uma abolicionista e escreveu histórias em que defendeu os direitos dos negros. Nada mais justo do que escolher um livro dela para esta categoria.

    Título escolhido: Úrsula e outras obras (Maria Firmina dos Reis)

  • 10. Um livro sobre um conflito ainda vigente.Infelizmente há muitos e muitos livros que se encaixam nesta categoria. Acabei escolhendo o livro do Atiq Rahimi que escolhi para representar o Afeganistão no projeto 198 livros.

    Título escolhido: Syngué sabour: pedra de paciência (Atiq Rahimi)

O desafio proposto pela Camila ficou bem legal né, nos propõe a ampliar bastante nossos horizontes de leitura. E aí, ficou animado(a) para participar também? Para quem quiser acompanhar as leituras do pessoal este ano, fiquem de olho na hashtag #desafioviaggiando nas redes sociais.

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Black Hammer – O Evento (Jeff Lemire, Dean Ormston, David Rubín & Dave Stewart)

No segundo volume da série Black Hammer, volume este que reúne os fascículos 7 a 11 e o número 13 (sei lá o que aconteceu com o 12, e não, não há “gap” perceptível na trama pela falta dele), junta-se ao trio David Rubín que foi o responsável pelas artes e corres do fascículo nove. No primeiro volume pudemos conhecer as origens de vários desses heróis, às vezes não tão heróis assim, com muitas crises existenciais e já beirando a decadência. Mas, aquele que nomeia a série de Lemire, só conhecemos por meio das menções feitas pelos outros personagens. Em Black Hammer – O Evento é chegada a hora de conhecermos a história de origem do herói Black Hammer (bom, pelo menos a de Joseph Weber como o herói), mas também descobrir seu derradeiro fim. Entretanto, mais do que isso, O Evento nos fornece mais pistas sobre o que aconteceu em Spiral City que acarretou no exílio desses heróis na pequena e estranha cidade de Rockwood. Continuar lendo

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Desafio Livrada! 2019

Depois de ter comentado por aqui sobre o porquê continuarei participando de Desafios Literários, mesmo não tendo cumprido todas as metas dos desafios que topei participar no ano passado (veja aqui). Segue a primeira lista dos três desafios que escolhi participar este ano.

O Yuri do canal Livrada, já há um tempo lança todos os anos o Desafio Livrada! contendo algumas categorias nas quais o participante é que escolhe os livros que encaixam em cada uma delas e tenta concluí-las ao longo do ano vigente. Veja abaixo as categorias criadas pelo Yuri para o desafio deste ano e os livros que escolhi para cada uma delas.

  • 1. Um livro para se ler em um único dia.

Pensei seriamente em colocar O velho e o mar do Ernest Hemingway aqui, mas como não quero fazer uma releitura a jato, acabei decidindo por um volume menor.

Título escolhido: Sejamos Todos Feministas (Chimamanda Ngozi Adichie)

  • 2. Uma peça de teatro grego.

Será minha primeira experiência com o teatro grego, então é claro, recorri ao Kindle. Vamos de Sófocles nessa.

Título Escolhido: Édipo Rei (Sófocles)

  • 3. Um romance húngaro.

Está aí uma ótima categoria para finalmente me fazer esse livro que já está há muito tempo na minha estante.

Título Escolhido: O Rei Branco (György Dragomán)

  • 4. Uma escritora brasileira viva.

Uma boa oportunidade para finalmente começar a ler a Conceição Evaristo.

Título Escolhido: Ponciá Vicêncio (Conceição Evaristo)

  • 5. Uma ficção política.

Vamos de Lygia Fagundes Telles, mais uma autora de quem irei ler uma obra pela primeira vez.

Título Escolhido: As Meninas (Lygia Fagundes Telles)

  • 6. Um vencedor do Goncourt.

Escolhi o livro do Atiq Rahimi que escolhi para representar o Afeganistão no projeto 198 livros.

Título Escolhido: Syngué sabour: pedra de paciência (Atiq Rahimi)

  • 7. Um livro de filosofia.

Estou em dúvida entre Rotterdam e More.

Título Escolhido: Elogio da Loucura (Erasmo de Rotterdam) ou

A Utopia (Thomas More)

  • 8. O primeiro romance de um autor que você gosta.

Como dos meus autores favoritos da vida, eu já li seus primeiros romances, acabei optando pela Allende de quem só conheço os livros juvenis.

Título Escolhido: A Casa dos Espíritos (Isabel Allende)

  • 9. Um livro escrito por um xará de nome ou de sobrenome.

Já me decidi pela Ana Miranda, só não sei se vou de Gregório de Matos ou Álvaro Dias

Título Escolhido: Boca do Inferno (Ana Miranda) ou

Dias e Dias (Ana Miranda)

  • 10. Um livro com uma capa feia.

A capa da antiga e esgotada edição da Companhia das Letras para o livro do Ismail Kadaré é terrível.

Título Escolhido: O Palácio dos Sonhos (Ismail Kadaré)

  • 11. Um livro sobre artes plásticas.

As chances dessa categoria flopar são grandes, mas vamos lá dar uma chance ao tema.

Título Escolhido: Arte Como Terapia (Alain de Botton & John Armstrong)

  • 12. Uma HQ adaptada a partir de um livro.

Sei que a ideia era escolher uma HQ de uma obra que ainda não leu e quiçá depois de se aventurar pelos quadrinhos enveredar-se pelo romance original. Sigo na contramão porque sempre prefiro ler a obra original e depois suas adaptações.

Título Escolhido: O Ladrão de Raios (Rick Riordan, Robert Venditti, Attila Futaki & José Villarrubia)

  • 13. Um livro que se passa na época dos seus avós.

Vamos de Jorge Amado, meu segundo livro dele.

Título Escolhido: Capitães da Areia (Jorge Amado) 

  • 14. Um autor falecido em 2018.

A lista de perdas não é pequena, mas acabei optando pelo Cony que conheci lá na adolescência e não lia desde então.

Título Escolhido: Quase Memória (Carlos Heitor Cony)

Alguém aí também irá participar do Desafio? Para quem quiser acompanhar as leituras do pessoal este ano, fiquem de olho na hashtag #desafiolivrada2019 nas redes sociais.

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Colecionando Textos #26

 

 

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Eu Sei Por Que o Pássaro Canta na Gaiola (Maya Angelou)

 

Eu sei por que o pássaro canta na gaiola é o primeiro de uma série de livros autobiográficos escritos por Maya Angelou. Angelou, nascida Marguerite Anne Johnson, foi uma escritora, poetisa, jornalista, cantora, dançarina, atriz, roteirista…. Foi a primeira mulher negra a escrever para uma produção de Hollywood, foi ativista dos direitos civis e teve participação ativa em muitos governos presidenciais dos Estados Unidos. Talvez, só talvez, você não saiba quem foi Maya Angelou, mas é bem provável que já tenha entrado em contato com alguns de seus versos mais conhecidos:

“Você pode me inscrever na história

Com as mentiras amargas que contar

Você pode me arrastar no pó,

Ainda assim, como pó, vou me levantar. ”

(trecho de Still I Rise, tradução de Francesca Angiolillo)

A edição publicada pela TAG – Experiências Literárias em parceria com a editora Astral Cultural, traz o prefácio escrito pela Oprah Winfrey em 2015, o livro foi publicado originalmente em 1969. As palavras da Oprah demonstram bem a representatividade que a obra teve para tantas garotas negras que cresceram sob o jugo do racismo e da falta de oportunidades. A história de Maya, traumática e cerceada pela segregação racial, infelizmente refletiu a história de muitas outras garotas, mas a resiliência e o inconformismo de Maya também serviram de incentivo para muitas delas se sentirem empoderadas para lutarem suas próprias batalhas. Continuar lendo

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O Homem do Castelo Alto (Philip K. Dick)

 

 

Philip K. Dick é bastante conhecido por suas obras que foram roteirizadas e que se tornaram grandes sucessos do cinema como Blade Runner, O Vingador do Futuro e Minority Report. Sua produção, apesar de sua curta vida, foi bastante prolixa e depois de tanto ensaiar ler algo dele, o Desafio Livrada de 2018 foi essencial para finalmente eu conhecer o autor. Findada a leitura fica a certeza de que Dick foi exímio em criar histórias explorando realidades alternativas e de que quero continuar me enveredando por outras obras suas.

O Homem do Castelo Alto foi publicado originalmente em 1962 e na distopia imaginada por Dick, estamos na década de 1960 e os nazistas ganharam a Segunda Guerra Mundial. Nesta nova realidade, o mundo está polarizado entre os alemães e os japoneses, a África é um continente morto e a América Latina segue pelo mesmo caminho. Apesar dos Estados Unidos não mais existirem, é em parte de seu antigo território, agora denominado de Estados Americanos do Pacífico que boa parte da trama se passa. Ali encontramos uma sociedade que agora pauta suas ações em um antigo oráculo de origem chinesa; que tem uma economia desenvolvida em torno de objetos americanos antigos que são muito desejados pelos japoneses e que é extremamente polarizada entre estes e os alemães, com direito à planos secretos visando a tomada total do poder. Todas as características dessa nova realidade são mostradas por Dick por meio de várias tramas paralelas, contendo inúmeros personagens. Em uma delas, ele inclui um escritor. Hawthorne Abendsen escreveu o livro O gafanhoto torna-se pesado em que, pasmem, ele narra uma história alternativa na qual os Estados Unidos e os Aliados ganharam a guerra. Um livro que está fazendo um estrondoso sucesso, que está levando as pessoas a sonharem com um futuro diferente, longe da dominação dos Aliados e que coloca o autor na lista negra das pessoas no poder. Um livro que faz alguns começarem a duvidar da própria realidade em que vivem. Continuar lendo

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Porque continuarei a participar de Desafios Literários

Finalizadas as leituras de 2018, ficou faltando eu fazer um balanço geral sobre os desafios literários que pela primeira vez topei participar e sobre o projeto literário Volta ao Mundo em 198 Livros.

No ano de 2018 resolvi encarar os Desafio Livrada e Desafio #LendoMaisMulheres e apesar de ter “falhado” em algumas categorias, até que o saldo foi bastante positivo.

No Desafio Livrada foram 15 categorias. Consegui cumprir dez (confiram o post original do desafio para ver a lista final de livros lidos). No Desafio #LendoMaisMulheres foram 12 categorias, das quais consegui cumprir nove (confiram os livros aqui). No Projeto Volta ao Mundo em 198 Livros, consegui ler apenas mais oito novos países (Colômbia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido, Romênia, Sudão, Suíça e Zimbábue), mas como esse é um projeto sem prazo para terminar vou seguir mantendo meu ritmo e as oportunidades.

Com 2019, as listas dos desafios foram renovadas e outros tantos desafios legais estão sendo propostos e, mesmo tendo “falhado” nos que topei participar em 2018, vou encarar o desafio novamente. Até o momento me decidi por três (logo posto as listas aqui) mesmo sabendo que as chances de flopagem são enormes. Porquê? Os desafios dos quais participei em 2018 promoveram uma ótima renovação nas minhas metas de leitura. Em 2018 li mais autoras, conheci inúmeros autores, me enveredei por novas culturas e outras realidades e me permiti ler livros que talvez de outra forma nunca pegasse para ler. Talvez esteja aí o maior incentivo e a grande vantagem desses desafios. Como diria a Dilma, em se tratando de Desafios Literários “não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”!

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