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Os Deuses da Guerra – Conn Iggulden

Atenção! Esta resenha trata do quarto livro da série O Imperador de Conn Iggulden e pode trazer spoilers do enredo dos livros anteriores. Para ler a resenha dos livros anteriores, clique: Os Portões de Roma, A Morte dos Reis e Campo de Espadas

 

Os Deuses da Guerra

A morte de Crasso oficializa o fim do Primeiro Triunvirato, composto por ele, Júlio César e Pompeu. Este declara que Júlio é inimigo de Roma, com medo que o general volte da Gália e tome a cidade. Às margens do rio Rubicão, Júlio e seus companheiros decidem que vão enfrentar o ditador e tirar Roma de sua influência. Quando é informado dos planos de César, Pompeu reúne o Senado e parte para a Grécia, seguido por Júlio que deixa Marco Antônio como cônsul cuidando de Roma.

“Então é melhor correr de volta e dizer que César está vindo. Está a duas, talvez três horas atrás de mim. Está trazendo de volta a República, garoto, e eu não ficaria no caminho dele.”

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O Filho de Sobek (Rick Riordan)

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“Conversar com Percy estava me dando uma séria dor de cabeça.
(…)
Nós quase falávamos a mesma língua – magia, monstros, etc. Mas seu vocabulário estava todo errado.”

Na trilogia As Crônicas dos Kane, Riordan inaugurou uma atividade muito legal, ele utilizou easter eggs e fez algumas de suas obras “conversarem”, mais especificamente, nos livros dos deuses egípcios os deuses gregos começaram a fazer pequenas aparições. Long Island vivia sendo lembrada pela pessoal do Broklyn como sendo local de focos de magia inexplicáveis e desde a última aventura de Carter e Sadie eu mal podia esperar para ver o Egito fazer uma visita à Grécia. E não é que o tio Rick não perdeu tempo. Publicado originalmente em 2012 e traduzido e publicado em edição digital pela Intrínseca este ano, O Filho de Sobek é um pequeno conto que reúne em uma mesma aventura Carter Kane e seu personagem mais famoso Percy Jackson. Continuar lendo

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Um Autor de Quinta #20

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

Valerio Massimo Manfredi 

Valerio Massimo Manfredi é professor de arqueologia clássica, escritor e jornalista. Também atua como roteirista de televisão e cinema e já apresentou documentários sobre o mundo antigo para televisão. Manfredi graduou-se em línguas clássicas (latim, grego antigo e moderno, francês, espanhol e inglês) pela Universidade de Bolonha e é especializado em topografia do mundo antigo pela Universidade Católica de Milão.

O autor coordenou várias expedições científicas para retraçar antigas rotas de comércio e militares e escavações em sítios arqueológicos na Inglaterra, Itália, Israel, Peru e na região do Mediterrâneo. Publicou inúmeros artigos e livros acadêmicos e ministrou aulas em várias universidades na Itália e em outros países. Continuar lendo

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O Trono de Fogo (Rick Riordan)

Atenção, esta resenha trata sobre os acontecimentos do segundo livro da série As Crônicas dos Kane e pode haver spoilers sobre os fatos do primeiro livro. Para saber o que eu achei do primeiro livro, clique aqui.

 

“Se você não ouviu nossa primeira gravação, então… muito prazer: os deuses egípcios estão circulando no mundo moderno, um grupo de magos chamado Casa da Vida está tentando detê-los; todo mundo me odeia e odeia Sadie; e uma serpente enorme está prestes a engolir o Sol e destruir o mundo.”

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Aléxandros – Os Confins do Mundo (Valerio Massimo Manfredi)

Atenção, esta resenha trata sobre os acontecimentos do último livro da trilogia Aléxandros, pode haver spoilers sobre os fatos dos livros anteriores. Para saber o que eu achei do primeiro livro, clique aqui  e do segundo clique aqui.

E eis que chegamos ao fim de mais uma trilogia, acompanhando a crueza das batalhas, a barbárie das conquistas e sim, muito sangue. No segundo livro nos despedimos de Alexandre em território egípcio e é lá que nos reencontramos. O conquistador visita o templo de Amon (o correspondente egípcio de Zeus) e é decretado por este como sendo seu filho e sendo filho de um deus é então, coroado faraó.

A cidade de Alexandria estava sendo construída, mas, pelo que sabemos da história e pela índole do personagem seria impossível esperar que Alexandre voltasse para a Macedônia. Antes de voltar para casa ele tinha pretensões de ir mais além, onde nenhum outro homem esteve antes então, é claro que o último volume está repleto de batalhas, disputas e ações políticas.

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Aléxandros – As Areias de Amon (Valerio Massimo Manfredi)

Atenção, esta resenha trata sobre os acontecimentos do segundo livro da trilogia Aléxandros, pode haver spoilers sobre os fatos do primeiro livro. Para saber o que eu achei do primeiro livro, clique aqui.

No segundo volume da trilogia sobre a vida de um dos maiores conquistadores do mundo antigo, reencontramos Alexandre em pleno território asiático e começamos a acompanhar suas primeiras batalhas contra os persas e a “libertação” das cidades gregas no Oriente. Do lado macedônio reencontramos todos os personagens importantes na vida do conquistador, o general Parmênio, a turma do Alexandre, seu cavalo Bucéfalo e até mesmo seu cão Péritas que assim como o dono não consegue se manter em um só lugar. No lado persa conhecemos outros personagens que terão grande importância nos acontecimentos retratados no segundo livro, entre eles principalmente o mercenário grego Mêmnon e sua esposa persa Barsine.

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Ramsés, O Filho da Luz – Christian Jacq

Mais uma resenha escrita pelo Fábio (também conhecido como meu namorado).

Christian Jacq é uma daquelas pessoas aficionadas pelo que faz: além de ser egiptologista e de ter criado o instituto Ramsés, que reconstrói fotograficamente sítios arqueológicos ameaçados do Egito, também arranjou tempo para escrever sobre o assunto. Publicou, em 1995, a saga de romances históricos Ramsés que conta com 5 volumes: O Filho da Luz, O Templo de Milhões de Anos, A Batalha de Kadesh, A Dama de Abu-Simbel e Sob a Acácia do Ocidente.

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A Pirâmide Vermelha (Rick Riordan)

Podem dizer o que quiserem, mas o papel da mãe de manter o núcleo familiar é inegável (ainda que não seja regra é bom frisar) e há vários exemplos na literatura que perpetuam a assertiva anterior. Em A Pirâmide Vermelha não é diferente, com a morte da mãe, os Kane deixaram de existir como uma família propriamente dita. Carter Kane tem 14 anos e viaja o mundo com o pai, o egiptólogo Dr. Julius Kane, o garoto não freqüenta uma escola e não tem um lugar que possa chamar de lar. Sua casa? Uma mala. Sua escola? Além dos ensinamentos do pai, os livros são seus companheiros. Sadie, sua irmã mais nova vive com os avós maternos em Londres, leva uma vida normal se é que pode ser chamada de normal uma vida longe do convívio com o pai e o irmão, uma vida em que visitas paternas estão relegadas a dois dias do ano e nada mais. Será que é possível viverem como uma “família normal” novamente? Isso parece ser os planos do Dr. Kane, mas algo dá tremendamente errado e o egiptólogo provoca um acidente no British Museum, no qual acaba desaparecendo. Ao mesmo tempo, uma criatura foi invocada. O que o Dr. Kane pretendia? Que criatura é essa? A criatura tentou atacar as crianças, mas não conseguiu o que elas tem de especial? Porque Sadie consegue ler hieróglifos sem nunca ter estudado-os antes? Quem é Amós? O que aconteceu com o Dr. Kane? Carter e Sadie conseguirão ver seu pai novamente?

É com essa imensidão de questões, que Riordan nos apresenta sua nova série. Só que dessa vez ele deixa o Olimpo e suas colunas dóricas, jônicas e coríntias de lado para se dedicar ao Duat e suas pirâmides. Somos convidados a desbravar a história egípcia e a aprender um pouco mais sobre este povo e sua mitologia.

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