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O Forte – Bernard Cornwell

O Forte

Durante a Guerra da Independência dos EUA, tropas britânicas foram enviadas ao estado de Massachusetts com o objetivo de construir uma fortificação que seria a base da Marinha Real Britânica, para diminuir os ataques de corsários na região. O major McLean leva seus 700 homens a Majabigwaduce e começa a construir o Forte George. Pouco tempo depois, as forças rebeldes do estado se organizam e partem em uma campanha para expulsá-los.

Do lado britânico, além de Mc Lean, temos o —— Mowat e o tenente John Moore, que viria a revolucionar o exército britânico. Os rebeldes contam com Solomon Lovell, Peleg Wadsworth, Dudley Saltonstall e Paul Revere, este último famoso por sua cavalgada noturna avisando da chegada dos ingleses. E logo aprendemos que Lovell e Saltonstall não se dão bem, e que Paul Revere se ressente todos e não gosta de receber ordens.

Após explorar os detalhes de cada uma das campanhas, os dois exércitos estão frente a frente. O que eles vão fazer ficará para sempre registrado nas páginas da história. Este livro é bastante diferente dos outros livros do autor. Aqui, ele foca bastante nos detalhes dos bastidores dos dois lados da batalha, normalmente, sabemos mais ou menos a mesma coisa que o herói (Sharpe, Uhtred, Thomas ou Derfel). Se por um lado os vários nomes possam deixar o leitor confuso, por outro, a não ser que você já saiba quem ganhou, a história retém seu suspense. Continuar lendo

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Wincing The Night Away – The Shins

Caros leitores do Blablabla Aleatório, hoje em nossa jornada pelo mundo da música, gostaria de falar para vocês sobre um de meus álbuns favoritos, Wincing The Night Away, da banda norte-americana The Shins, de 2007. Este é o terceiro álbum da banda de Portland, e na minha opinião, aquele em que o som da banda mais amadureceu. A ambientação mais alegre e animado de seu antecessor, Chutes Too Narrow, de 2003 dão lugar para uma tonalidade mais soturna e perturbadora, perceptível desde os primeiros segundos da faixa de abertura, “Kissing The Lipless”, e estampada na arte do álbum. Além disso, as letras das músicas tratam de temas um pouco mais pesados, e, segundo o vocalista James Mercer, expressam situações inerentes à condição de ser humano.

Este não é um álbum que se pega gosto à primeira ouvida; ao contrário, as canções parecem ir se desenvolvendo à medida em que são ouvidas repetidas vezes, a cada ouvida, uma nova nuance percebida, um novo elemento descoberto. É o disco mais experimental da banda, abrangendo diversos estilos musicais, com efeitos que lembram desde músicas tradicionais havaianas até o mais moderno hip-hop. Continuar lendo

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