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Reign

Comece a leitura deste post com esta música de fundo:

Quando eu ouvi esta música pela primeira vez, fiquei toda arrepiada, e agora aguardo ansiosa pela hora em que ela vai tocar no episódio.

Em Reign, acompanhamos a história de Mary (Adelaide Kane), Rainha da Escócia. Ela passou a infância escondida em um convento, ameaçada por ser rainha tão nova. A história começa com ela sendo descoberta no convento, e partindo para a segurança da corte francesa, onde está Francis (Toby Regbo), o herdeiro ao trono francês – e seu noivo. Claro que essa segurança é mais física do que real, pois o rei francês, Henry (Alan Van Sprang), e sua esposa, Catherine de Medici (Megan Follows) são ávidos pelo poder que a união de Mary com seu filho lhes trará.

Outra personagem importante no seriado é Sebastian (Torrance Coombs), ou Bash; o filho bastardo de Henry com sua amante, Diane (Anna Walton). Apesar de não ser reconhecido, mas é mais amado po Henry do que Francis, e por isso, goza de bastantes privilégios na corte. As damas/melhores amigas de Mary: Kenna (Caitlin Stasey), Lola (Anna Popplewell, a Susan das Crônicas de Nárnia!), Greer (Celina Sindene Aylee (Jenessa Grantsão frequentemente o único vínculo da rainha com seu país. Continuar lendo

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Toda Luz Que Não Podemos Ver (Anthony Doerr)

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“Naquelas últimas noites em Paris, caminhando para casa com o pai à meia-noite, o enorme livro enganchado ao peito, Marie-Laurie pensa poder sentir um arrepio no ar, nas pausas entre os chiados dos insetos, como a superfície de água congelada trincando quando se coloca peso demais sobre ela. Como se todo esse tempo a cidade não fosse mais do que a maquete construída pelo seu pai, e a sombra de uma grande mão caísse sobre ela. ” (Página 77)

“- Sabe a maior lição da história? A história é aquilo que os vitoriosos determinam. Eis a lição. Seja qual for o vencedor, ele é quem decide a história. Agimos em nosso próprio interesse. Claro que sim. Me dê o nome de uma pessoa ou de um país que não faça isso. O truque é perceber onde estão os seus interesses. ” (Página 89)

Há inúmeros livros de ficção retratando o período da Segunda Guerra Mundial. Eu mesma, já li livros retratando o sofrimento impingido aos não-arianos, livros retratando a resistência dos que tentaram (muitas vezes sem sucesso) se manter longe dos campos de concentração, livros que se focam mais no front de batalha, outros que até tentaram utilizar a Guerra na trama, mas que se focaram tanto na parte romântica que a intenção de ser um romance de guerra ficou só na intenção. Há também aqueles que não são ficção. Quem não conhece a história da garota Anne Frank? Quem não se compadeceu por seu sofrimento? O fato é que a Segunda Guerra Mundial envolveu muitos países, praticamente todos os continentes, e teve desdobramentos que ainda se refletem hoje. Então, por mais que o assunto seja muitas vezes revisitado, há ainda algum ponto, alguma faceta desse período negro da história que pode ser utilizado como ponto de partida para uma nova história. Foi isso o que Anthony Doerr fez em seu Toda Luz que Não Podemos Ver. Doerr é formado em história e usou como inspiração para sua trama a quase destruição da cidade de Saint-Malo na França – em agosto de 1944, durante a Batalha da Normandia, e o papel fundamental que o rádio teve durante a Guerra. Continuar lendo

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A Lei dos Varões (Maurice Druon)

Atenção, esta é a resenha do quarto livro da série Os Reis de Ferro. Para ler a resenha do terceiro, clique aqui.

 

A Lei dos Varões

Na França de 1316, depois da morte do Rei Luís X, o Cabeçudo, começa o jogo de poder e chantagens para definir quem vai ocupar o trono (não, eu não estou falando de um novo livro de Guerra dos Tronos, isso é história aqui na Terra). Como Luís X não deixou filho, apenas uma rainha grávida, a disputa pelo trono é entre Felipe de Poitiers, Carlos de Valois e o duque de Borgonha.

Naturalmente, quando o herdeiro nasce, sua vida está (e muito) ameçada pelas pessoas que querem ocupar seu lugar no trono. Como que as pessoas leais ao trono vão fazer para proteger essa criança?

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Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins

 

anna e o beijo francês

Anna é uma adolescente da Atlanta que trabalha no cinema e está apaixonada por Toph, seu colega de trabalho. Ela e sua melhor amiga, Bridgette, são inseparáveis. Anna sonha em ser uma crítica de filmes famosa, e já começou a dar sua opinião através de um blog. Eis que, do nada, seu pai decide que ela vai passar o último ano do colegial num internato em Paris.

O livro começa com os pais de Anna ajudando-a a desarrumar as malas em seu novo quarto na School of America in Paris (SOAP). Assim que os pais se vão, Anna começa a chorar e é socorrida por Meredith, sua vizinha de quarto. Após conversarem por algum tempo e tomar chocolate quente, Anna se sente um pouco melhor e volta para o quarto para dormir. É quando conhece Étienne St. Clair, amigo de Meredith, fofíssimo, lindíssimo e dono de um sotaque britânico irresistível para Anna. Continuar lendo

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O Mistério da Torre Negra (Louis Bayard)

Fatos históricos servindo de mote. O período retratado? A transição entre o governo imperial de Napoleão e a restituição da monarquia, mas como se não bastasse isso, algo precisa ser investigado e temos um detetive de peso escalado para esse papel…

Em 1793, o rei Luís XVI e Maria Antonieta foram depostos e guilhotinados durante a Revolução Francesa que colocou Napoleão no poder. Luís Carlos, o herdeiro real, de apenas sete anos, sobreviveu à morte dos pais e por quase três anos foi mantido prisioneiro na Torre do Templo, aonde viria a falecer em 1795. Porém, logo após sua morte surgiram rumores de que ele tinha escapado desse trágico destino e de fato nunca se soube o que aconteceu a ele. Continuar lendo

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A Bicicleta Azul (Régine Deforges)

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A Bicicleta Azul é o primeiro volume de uma série publicada por Deforges em 1985 e que desde então vem sendo reeditada e publicada, sendo considerada por alguns como um dos maiores êxitos editoriais dos últimos tempos. Não sei até que ponto isto é verdade, mas já tinha ouvido falar deste livro e quando estava no ensino médio cheguei até a folhear o segundo volume, na época a biblioteca não tinha o primeiro e por este motivo, adiei a leitura da série para quando o tivesse, até que os livros vieram parar na minha mão…

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Sepulcro – Kate Mosse

Duas jovens são unidas por um místico baralho de tarô. A história de Léonie, uma simples garota francesa é entrelaçada na de Meredith, que busca apenas desvendar os mistérios envolvendo Claude Debussy, e quem sabe no caminho conhecer mais de sua família. Em Sepulcro, assim como em Labirinto: o primeiro sucesso da autora, Kate Mosse alterna a narrativa entre as duas personagens, desvendando aos poucos os mistérios da trama.

Meredith Martin está tentando juntar os pedaços da vida de Claude Debussy, para escrever “A” biografia do compositor. Este pretexto a leva à França munida da única herança que lhe foi deixada: a foto de um soldado e a partitura de uma música, com o escrito “Sepulcro 1891”. Durante a sua busca por pistas na capital francesa, seu caminho se cruza com o de uma cartomante, Laura, que lê seu destino nas cartas de tarô.

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Os Venenos da Coroa – Maurice Druon

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Quando eu tinha uns 14 anos, meu pai me levou numa livraria e duas coisas me chamaram a atenção: A Viajante do Tempo, da Diana Gabaldon e a série Os Reis Malditos, do Maurice Druon. Já tinha lido Cornwell, então eu era bastante apaixonada por romances históricos e eu quis muito ler estes livros. Na época, meu pai não quis me dar nem um nem outro, e fiquei “chupando dedo”. Mas quatro ou cinco anos depois consegui colocar minhas mãos em 5 dos 7 livros da série (e meu pai me deu 2, vai entender) e pude finalmente ler o livro que tanto me encantou. Continuar lendo

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