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É Agora Como Nunca – antologia incompleta da poesia contemporânea brasileira (org. Adriana Calcanhotto)

Na época da minha adolescência eu era muito mais ligada à poesia. Do tipo de gente que vasculhava livros, jornais, revistas e zines atrás de poemas, sonetos, haicais e pequenas rimas que eu colecionava em diários e cadernos. Com o tempo o hábito foi se perdendo, mas o Desafio Livrada deu o empurrãozinho que faltava para eu voltar a me embrenhar por entre versos e rimas. O Yuri propôs que lêssemos um livro de poesia nacional contemporânea. Acabei escolhendo a coletânea organizada pela Adriana Calcanhotto, É Agora Como Nunca, na qual ela traz poesias de 41 jovens autores brasileiros. Tem poesia sobre amor, sobre política, sobre raízes… Continuar lendo

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Meme Literário 2011 – Dia 20

 

 

Dia 20 – Você gosta de poesias? Qual o seu poeta ou poema favorito?

 

 

Antes costumava ler mais e até “colecionava” poemas, tinha um caderninho onde transcrevia todos os meus poemas favoritos. Lembro que Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Pablo Neruda, Cecilia Meireles, Castro Alves e Fernando Pessoa eram figurinhas carimbadas. Um dos meus poemas favoritos é:

Autopsicografia 

O poeta é um fingidor. 
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor 
A dor que deveras sente. 

E os que lêem o que escreve, 
Na dor lida sentem bem, 
Não as duas que ele teve, 
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda 
Gira, a entreter a razão, 
Esse comboio de corda 
Que se chama coração.

(Fernando Pessoa)

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Palavras da Alma (Peter Menegat)

Eu tenho cá comigo que não há razão para escrever uma resenha de um livro de poesias e poemas. É o que penso. Cada poema cala em um leitor de forma diferente, a experiência de ler um livro de poesias é única para cada um. Então, porque fazer uma resenha que por mais que tente ser objetiva acabará enveredando (e com razão) pelas trilhas da subjetividade? Continuar lendo

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