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Um Autor de Quinta #64

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

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Kyoichi Katayama

Kyoichi (片山 恭) nasceu em 5 de janeiro de 1959 no distrito de Ehime no Japão. Ele é graduado pela Universidade de Kyushu e atualmente vive em Fukuoka.

Kyoichi iniciou sua carreira literária em 1986 com a publicação do livro Kehai (Sign), o qual ganhou o Prêmio Bungakkai Newcomers. Após ele, publicou outros livros, mas nenhum alcançou tanta repercussão quanto Socrates in Love (ou Crying Out Love, In the Center of the WorldUm grito de amor ao centro do mundo) publicado em 2001 e considerado o romance que mais vendeu no Japão, além de ser sua obra mais conhecida fora do território nipônico. Continuar lendo

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Um Grito de Amor do Centro do Mundo (Kyoichi Katayama)

Com o título original de Sekai no chushin de ai wo sakebu, Um grito de amor do centro do mundo é o primeiro título do autor (que iniciou sua carreira literária em 1986) a ser traduzido e publicado no Brasil. O tema abordado no livro já foi utilizado à exaustão em tantas outras obras literárias e cinematográficas: uma história de amor que será interrompida bruscamente por uma tragédia, quem já leu Love Story ou Um Amor Para Recordar sabe do que estou falando. Então, quer dizer que é só mais um livro sobre isso e não traz nada de novidade? Não é bem assim, ainda que o enredo siga a velha fórmula explicitada acima, a beleza da história está em acompanhar o desenrolar da relação entre os personagens e as memórias do protagonista.

“Tudo aconteceu num intervalo de quatro meses; praticamente o de uma única estação do ano. Foi nesse curto espaço de tempo que uma garota desapareceu desse mundo. Se considerarmos que existem seis bilhões de habitantes, certamente sua perda é insignificante. Mas não estou com esses seis bilhões. Estou num lugar em que uma única morte extinguiu todos os meus sentimentos. Estou num lugar assim. E nesse lugar sou aquele que não vê, não ouve e não sente mais nada…”

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