Ontem foi a última vez que eu entrei no cinema para ver um filme inédito de Harry Potter. Pouco menos de dez anos depois do primeiro filme, em 2001, a sensação que eu tinha ao assistir ainda era a mesma. Os mesmos rostos, todos mais velhos, como eu; as mesmas personagens, as histórias que vivem comigo na memória e no coração. Os diálogos decorados sem querer no meio das releituras. Mais uma parte da saga acabou ontem.
A partir de hoje, só nos restam releituras e rever o filmes. Isso me deixa tão triste, é como se eu tivesse perdido um amigo. Estou com saudade já, como faz? Brinquei ontem no cinema de montar um grupo de apoio aos fãs desamparados, bem no estilo: “Oi, meu nome é Mariana.” “OI MARIANA!” “Sou fã de Harry Potter faz 11 anos e blablabla”. Mas nem isso eu saberia fazer direito. Ainda estou meio catatônica. Vou reler a saga, com certeza, e verei todos os filmes novamente, mas não teremos nenhuma novidade (com a exceção de Pottermore, mas como não é nem livro nem filme não conta).
A partir deste ponto, vou comentar o filme propriamente, como o título do post diz, ao invés de me lamuriar pelo fim da série. Continuar lendo









