
“Ao contrário do que acontece na vida real, o script define tudo o que vai acontecer em um filme. Por isso, o roteirista deve sempre saber como uma história termina. Bem que Bianca gostaria, mas sua vida não era um filme. E o script… não era ela quem escrevia.” página 82.
Quando li a sinopse do livro da Lu Piras foi impossível não notar algumas semelhanças com outras obras literárias brasileiras. Músicos mascarados? Escola de cinema? Certeza que algum leitor aí deve ter ligado esses dois temas com outros romances juvenis tupiniquins. Então, é claro que comecei a leitura de Um Herói Para Ela com um pé atrás, se a ideia não fosse desenvolvida de forma diferente ou a história não convencesse, estava pronta para desistir da leitura. Foi muito bom então descobrir que sim havia uma banda de mascarados e uma escola de cinema, mas a faixa etária dos personagens e os dramas enfrentados por eles eram diferentes o suficiente para garantir uma certa originalidade à obra. Continuar lendo









