Reign

Comece a leitura deste post com esta música de fundo:

Quando eu ouvi esta música pela primeira vez, fiquei toda arrepiada, e agora aguardo ansiosa pela hora em que ela vai tocar no episódio.

Em Reign, acompanhamos a história de Mary (Adelaide Kane), Rainha da Escócia. Ela passou a infância escondida em um convento, ameaçada por ser rainha tão nova. A história começa com ela sendo descoberta no convento, e partindo para a segurança da corte francesa, onde está Francis (Toby Regbo), o herdeiro ao trono francês – e seu noivo. Claro que essa segurança é mais física do que real, pois o rei francês, Henry (Alan Van Sprang), e sua esposa, Catherine de Medici (Megan Follows) são ávidos pelo poder que a união de Mary com seu filho lhes trará.

Outra personagem importante no seriado é Sebastian (Torrance Coombs), ou Bash; o filho bastardo de Henry com sua amante, Diane (Anna Walton). Apesar de não ser reconhecido, mas é mais amado po Henry do que Francis, e por isso, goza de bastantes privilégios na corte. As damas/melhores amigas de Mary: Kenna (Caitlin Stasey), Lola (Anna Popplewell, a Susan das Crônicas de Nárnia!), Greer (Celina Sindene Aylee (Jenessa Grantsão frequentemente o único vínculo da rainha com seu país.

Sim, a história tem bastante política, mas ela é usada mais como maneira de forçar as personagens a crescer ao longo dos episódios. Não fica maçante. Além de política, a série foca bastante em religião, especialmente porque a França do começo do século XVI viveu um período de forte intolerância religiosa, culminando em oito períodos de conflito no país. Finalmente, o terceiro pilar da série são as paixões e os relacionamentos entre as personagens.

Quando o assunto são seriados de época, eu não sou imparcial: adoro, mesmo que o seriado não seja bem feito (e isso é um ponto negativo meu, devo admitir). Sinto às vezes que as personagens de Reign são um tanto superficiais (especialmente a Kenna), mas no instante seguinte algo acontece e já esqueço o momento. Dentre os seriados de época que eu assisto, sinto que este tem um ar mais moderno – as músicas são lindas, mas modernas. Assisti as primeiras duas temporadas em dias, porque não conseguia parar!

Conclusão: estou apaixonada por esta série, e recomendo a todos que gostam de histórias tipo “The Tudors”.

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1 comentário

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