Atenção, esta resenha trata dos acontecimentos ocorridos no segundo livro da trilogia Splintered e pode haver spoilers sobre fatos do livro anterior. Para saber o que eu achei do primeiro livro, confira os links no final desta resenha.

“É mais um lembrete de que o conto de fadas do País das Maravilhas é real, de que o fato de ser descendente de Alice Liddell significa que sou diferente de todo mundo. Não importa a distância que eu tente colocar entre nós, estou para sempre ligada a uma estranha e horripilante espécie de criaturas mágicas chamadas intraterrenos.” página 8
Há um ano Alyssa foi coroada Rainha do País das Maravilhas, mas decidiu abdicar de seus afazeres reais para viver no mundo dos humanos, junto à sua família, amigos e do seu namorado Jeb. Durante um ano, ela tentou levar uma vida normal, aproveitar para passar mais tempo com sua mãe (que finalmente voltara para casa), com Jeb, com suas obras de arte e fazendo planos para um futuro em Londres. Há apenas um porém nessa normalidade toda, Jeb não se lembra do tempo passado no País das Maravilhas e Alyssa vem protelando contar a ele sobre a aventura passada e sua herança fantástica por medo de parecer louca. Mas, quando a loucura invade seu mundo, ela não tem mais escolha a não ser abrir o jogo e tentar manter um equilíbrio entre o mundo dos humanos e o dos intraterrenos. Porque Morfeu, o intraterreno que há muito habita seus sonhos, não permitirá que Alyssa despreze seu legado. Morfeu está no reino humano, com notícias nada animadoras. A Rainha Vermelha está determinada a se vingar de Alyssa, o País das Maravilhas está em colapso e todos os que Alyssa ama estão em perigo, a menos que ela reivindique seu trono e lute pelo País das Maravilhas contra a ira da Rainha Vermelha. Continuar lendo









