Arquivo da tag: Companhia das Letras

Um Autor de Quinta #29

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

Anthony Burgess

John Anthony Burgess Wilson nasceu em 25 de fevereiro de 1917 em Harpurhey no subúrbio de Manchester. Burgess ficou órfão de mãe ainda na infância.  Quando adolescente queria ser compositor, carreira que foi seguida de objeções por seus familiares por não terem dinheiro para isso, o que não o impediu de aprender a tocar piano de forma autodidata aos 14 anos e mais tarde tentasse ingressar no curso de música na Victoria University of Manchester. Ele foi recusado no curso de música devido às baixas notas em física. Burgess  graduou-se em língua inglesa e literatura, sem nunca deixar de lado a música tendo composto músicas regularmente ao longo de sua vida. Continuar lendo

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Um Autor de Quinta #27

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta  da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

John Boyne

Nasceu em Dublin, Irlanda, em 30 de abril de 1971. Estudo literatura inglesa no Trinity College de Dublin e escrita criativa na University of East Anglia em Norwich na Inglaterra. No início o autor escrevia principalmente contos, já publicou por volta de 70 deles. Publicou seu primeiro romance, The Thief of Time, em 2000. No Brasil, o autor que é publicado pela editora Companhia das Letras é conhecido principalmente pelo seu best-seller O Menino do Pijama Listrado, romance publicado em 2006 (2007 no Brasil) que já vendeu mais de cinco milhões de cópias e virou filme em 2008. 

Livros

Boyne já publicou sete romances adultos e três juvenis.  Destes, quatro livros já foram lançados pela Companhia das Letras e a previsão é de que seu romance The Absolutist (O Absolutista) seja publicado ainda este ano pela editora. Continuar lendo

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Um Autor de Quinta #4

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta da Mi Muller do Bibliophile. Pretendo toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas (nada muito elaborado porque não sou especialista) de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

Sabe aqueles autores que você sempre ouviu falarem bem, mas por falta de um incentivo a mais você vai deixando para depois a oportunidade de ler uma obra deles? Foi assim com o autor de hoje, sempre via críticas positivas às suas obras, mas ainda não tinha tido oportunidade de conferir. Finalmente decidi pagar para ver e já comprei logo dois livros seus, comecei com algo mais leve, romances “infanto-juvenis”, mas que me fizeram querer conferir todos os outros livros publicados por ele. Estou falando de…

 

Salman Rushdie

Sir Ahmed Salman Rushdie nasceu em 19 de Junho de 1947 em Mumbai na Índia e estudou na Inglaterra. Seu estilo literário é frequentemente classificado como realismo mágico e o tema dominante em sua obra são as conexões, rupturas e migrações entre o Oriente e o Ocidente. Ele é autor de onze romances: Grimus, Os Filhos da Meia-Noite (pelo qual ganhou o Booker Prize em 1981), Vergonha, Versos Satânicos, Haroun e o Mar de Histórias, O Último Suspiro do Mouro, O Chão que Ela Pisa, Fúria, Shalimar o Equilibrista, A Feiticeira de Florença e Luka e o Fogo da Vida. Também escreveu o livro de contos Oriente, Ocidente e três trabalhos de não-ficção: Pátrias Imaginárias, O Sorriso do Jaguar e Step Across This Line. Seus livros foram traduzidos em mais de 40 idiomas.

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O Menino do Pijama Listrado (John Boyne)

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A Segunda Guerra Mundial e o Nazismo são retratados em várias obras literárias, temos obras inspiradas em documentos reais e outras que mesmo sendo ficção não deixam de ter um pouco de verdade. Não faltam livros aos interessados em ler sobre esse período. Eu já li mais de três livros sobre o tema, desde romances mais adultos, passando pelo juvenil e hoje venho lhes apresentar uma obra com um olhar infantil sobre os acontecimentos impingidos pela Alemanha nazista. Muitos devem ter se lembrado de Anne Frank e seu diário, mas a história que lhes apresentarei não é narrada por um judeu e sim por um filho de um oficial alemão, um garoto de nove anos que adorava explorar e que não fazia ideia dos acontecimentos que sua exploração iria provocar…

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Luka e o Fogo da Vida (Salman Rushdie)

Não há como não comparar a aventura de Luka com a de seu antecessor Haroun, tanto pelo fato dos dois serem irmãos quanto pelo fato de ambas as histórias envolverem de certa forma o pai deles, Rashid. Se você já leu Haroun e o Mar de Histórias vai entender meu comentário. Dezoito anos se passaram desde a aventura de Haroun, a família Khalifa vivia feliz, mas mais uma vez a conexão com o mundo mágico será estabelecida e o aventureiro desta vez será Luka. As histórias de Rushdie continuam cheias de cor e som, mas na de Luka um acréscimo é feito; como bom aficionado por jogos de videogame, Luka vê sua aventura se transformar em um. Se com Haroun nós desbravamos o Mar dos Fios de Histórias, com Luka nos enveredamos pelo mundo mágico tecido por Rashid com os fios provenientes desse mar.

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Haroun e o Mar de Histórias (Salman Rushdie)

      

O país se chama Alefbey, que em hindustâni significa alfabeto. E como não poderia deixar de ser, os lugares são nomeados por ele: vale de K, túnel de I… A cidade da história, é uma cidade tão triste, mais tão triste que tinha esquecido até seu próprio nome. Nesta cidade vivia um garoto deveras feliz, seu nome era Haroun e ele era filho de um exímio contador de histórias, Rashid Khalifa. Seu pai era tão bom em contar histórias que recebera dois apelidos: Rashid o Mar de Ideias, por parte de seus admiradores; e Xá do Blá-blá-blá, por parte de seus rivais invejosos. Rashid era casado com Soraya e eles eram felizes, porém, esta felicidade estava com os dias contados… Porque no dia em que Soraya saiu de casa, abandonando Rashid e Haroun, as palavras também resolveram abandonar Rashid…

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Um Louco Sonha a Máquina Universal (Janna Levin)

Não é só o mundo literário que coleciona figurinhas intrépidas, diferentes, loucas, dementes… o desenvolvimento científico sempre foi pautado por personagens no mínimo estapafúrdios, que nada deixavam a desejar a imagem que fazemos do típico cientista maluco. Confesso que dá medo, ainda mais quando você está inserida no mundo acadêmico e científico, sei lá vai que um belo dia você acorda acha que o mundo não está certo, literalmente perde uns parafusos e decide acabar com a própria vida? Sai pra lá!

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