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Esmalte da vez – Misturinha Azul

Depois de acalmar meus olhos um pouco, com o Dragão Negro da Ana Hickmann, perguntei pro namorado que cor eu deveria usar. Ele disse “azul escuro”. Aí eu peguei todas as opções e pedi pra ele ser mais específico. Aí ele escolheu essa misturinha que eu fiz no ano passado.

Não me pergunte a fórmula exata. Ela resultou de uma de várias tentativas de fazer este teal do 9mL. Como vocês podem ver, não ficou muito longe, mas não consegui o tom exato que queria… =( Ainda assim, achei a cor linda *__*. Clica pra ampliar!

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Blood Promise – Richelle Mead

Atenção, este post trata do quarto livro da série Vampire Academy, de Richelle Mead, e pode conter spoilers do enredo dos livros anteriores. Para ler as resenhas dos outros livros da série, clique no nome do livro: Vampire Academy (livro 1), Frostbite (livro 2) e Shadow Kiss (livro 3)

Blood Promise_capa

Após o desfecho intrigante, surtante e inesperado de Shadow Kiss (lançado no Brasil pela Editora Agir como Tocada pelas Sombras), encontramos Rose entrando em ação desde as primeiras páginas de Blood Promise (que está em vias de sair aqui no Brasil como Promessa de Sangue e deve manter a capa –>).

Por entrar em ação, eu me refiro a tentar cumprir uma promessa que fez a Dimitri ao longo dos livros anteriores, por mais difícil que esta se prove ser. Para honrar esta promessa, Rose teve que se despedir de Lissa de uma maneira bastante permanente, já que sua “missão” só poderia ser cumprida fora dos muros da Academia de St. Vladismir… Continuar lendo

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Um Sopro de Neve e Cinzas – Diana Gabaldon

Atenção! Este post trata do sexto volume da série Outlander, de Diana Gabaldon. Ele pode conter spoilers do enredo dos livros anteriores, embora eu tenha me esforçado enormemente para evitá-los (meu namorado leu e disse que não tem hihi).

umsoprodeneveecinzas.jpg

Eu acompanho a série Outlander desde janeiro de 2006, quando consegui fazer meus pais esquecerem que tinham dito em 2005  que não iriam me dar aquele livro lindo com o relógio na capa. Foi única vez que li dois livros da série no mesmo ano. Um mês depois, descobri que A Libélula no Âmbar sairia alguns dias antes do meu aniversário, e assim consegui colocar as mãos no segundo volume. O terceiro, Um Resgate no Mar, saiu em março de 2007, quando entrei na UFSCar – meu status de bixete garantiu o terceiro. A partir daí, comprei os próximos eu mesma, em pré-venda, surtando desesperadamente quando chegaram em casa. Um Sopro de Neve e Cinzas chegou nas mãos do meu namorado, como presente de Natal e, sempre esperando o momento certo para me entregar a Jamie e Claire, comecei a ler o sétimo volume da série assim que voltei do meu fim de semana de formatura.

Confesso que demorei para ler. Eu gosto de degustar os livros da Diana Gabaldon mais do que muitos outros livros. Leio passagens e as releio, para garantir que captei todo o seu conteúdo, e depois leio mais uma vez, só por diversão. Adoro os diálogos que a autora cria, e as circunstâncias doidas que surgem.

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É impossível andar em linha reta…

… sem um ponto de referência.

Eu não sabia disso até ontem, quando vi com o Fábio um vídeo muito curioso, feito pelo jornalista Robert Krulwich. Aparentemente, são frequentes os estudos sobre nossa total falta de noção espacial quando não temos um ponto de referência (tal qual o Sol, a Lua, estrelas, uma montanha…).

Imagina que curioso: se tentarmos andar em linha reta com uma venda nos olhos, vamos conseguir por algum tempo, mas depois nossa trajetória vai curvando até andarmos em vários círculos e, espantosamente, voltarmos ao ponto de partida. O mesmo é observado dirigindo ou nadando de olhos vendados (não recomendável).

O vídeo é incrível!

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Desabafando…

… sobre direito de expressão. Quando eu fiz um post sobre namoro à distância, vários amigos meus elogiaram a iniciativa e ficaram impressionados com a quantidade de detalhes que eu descrevi. Fiquei inchada de orgulho, assim como eu fico orgulhosa de saber que estou sobrevivendo a um namoro a distância. E sim, uso sobrevivendo porque NÃO gosto de estar longe do Fábio e eu sei que ele também não gosta de estar longe de mim e gostaríamos de poder fazer mais do que esboços de planos para morarmos perto.

Ficou curioso? O post sobre namoro à distância é este

Como eu disse em outros posts, para conseguir lidar (e bem mais ou menos) com a distância, é muito importante que as pessoas possam se encontrar. CLARO que a freqüência varia e depende de 3 D’s: distância, disponibilidade e dinheiro. Eu, morando a 448 km do Fábio, estagiando e tendo feriados, posso facilmente me encontrar com ele. Normalmente nos vemos uma vez por mês, às vezes mais, às vezes menos, depende dos D’s. E a gente aprendeu a aceitar esse fato. ÓBVIO que a gente queria se ver mais. ÓBVIO que a gente inveja casais que moram perto, e podem se ver quando querem (e até cansam de estar pert0). Mas esta não é a nossa realidade, então nós vivemos o que podemos e sonhamos com que gostaríamos de ter. Continuar lendo

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Esmalte da vez – Dragão Negro (Ana Hickmann)

Durante a minha epopéia carnavalística, eu fiquei duas horas enrolando no Tietê, apenas para descobrir que na farmácia da rodoviária tinha o Metal Glam e o Azul Aviador, da coleção SPFW da Impala. Comprei os dois e um pretinho novo, porque o meu Preto da Impala está acabando. Hoje, cansada de cores muito chamativas (meus olhos pediram férias), passei o Dragão Negro, da Ana Hickmann.

Pretinho básico, duas camadas, ou três, quando precisava. Com roxinho da Colorama (pra tirar as bolinhas, ele brilha bastante) - Como sempre, clica para ampliar.

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Observando pessoas no avião…

Se a viagem de ida a Curitiba já deu o que falar, a de volta também mereceu um post. Apesar de bem mais curta (graças a Deus só uma hora), para a mente atenta, sempre haverá momentos dignos de nota. Eu me divirto observando o comportamento das outras pessoas, não para tirar sarro, mas porque sempre me pego pensando em como que as outras pessoas processam as mesmas cenas que eu vejo. Acho curiosíssimo.

Primeira coisa que eu notei foi que algumas pessoas, assim que se sentaram na poltrona do avião, imediatamente a reclinaram.

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Porque eu gosto de esmaltes

Uma vez me disseram que postar sobre esmaltes no meu blog poderia me fazer passar por alguém fútil e isso poderia prejudicar minha imagem. Eu respeito totalmente a opinião desta pessoa, que já me orientou em diversos momentos da minha vida, e por alguns meses procurei evitar o assunto. Mas o fato é: eu gosto demais de esmaltes e eu tenho um motivo. E eu acredito que ele não é fútil.

Eu gosto de pintar as unhas, e faço questão de sempre as manter em ordem porque eu gosto de olhar para minhas mãos e ver que elas estão bonitas. Quando se passa tanto tempo trabalhando em frente ao computador, não tem como evitar olhar para os dedinhos, e eu sempre detestei minhas mãos (sério), me deprimia quando eu via o estado em que as coitadas estavam. Minha vontade era fazer um transplante de mãos, o que eu sei que é meio impossível…

Aí, mais ou menos um ano atrás, acho que foi em abril, eu comecei a ir à manicure toda semana (ganhava bolsa de iniciação, então me sentia na obrigação de gastá-la com algo que melhorasse minha auto-estima). E meu ódio e desgosto pelas minhas unhas começou a passar. Eventualmente, a falta de tempo impediu que eu me deslocasse até a manicure, mas não mudou minha vontade de manter as mãos bonitas. E foi quando eu comecei a me arriscar a pintá-las sozinha. Continuar lendo

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Desventuras carnavalísticas

Como todos jé devem estar cansados de saber, meu namorado mora um pouco longe de mim, em Curitiba. Então, sempre que temos a oportunidade, um dos dois começa a odisseia que é viajar para podermos nos encontrar. Para o Carnaval, a odisséia virou epopeia… Acompanhem o desespero!

Para ver a minha compilação de dicas sobre namoro à distância, clique aqui

Tudo começou quando eu descobri que trabalharei na Quarta-feira de Cinzas. Eu pretendia voltar para casa na quarta, e só trabalhar quinta, mas isso se tornou impossível depois da notícia… Entrei no Decolar.com e descobri um vôo terça-feira de manhã por 70 reais. YAY!! Comprada a volta. Para ir, sexta, só haviam vôos por mais de 400 reais, sim, eu vaceilei demorando pra comprar, mas eu não sabia se teria folga na segunda e terça, então esperei até saber antes de ir atrás dos preços e tal… Decidi que pegaria o ônibus saindo de Jundiaí na sexta às 22h.  Continuar lendo

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Livros separados no nascimento: Fallen e Para Sempre

Gostei da idéia de traçar paralelos entre histórias que têm alguns elementos em comum (o primeiro post semelhante foi comparando a série Blue Bloods de Melissa de la Cruz com Vampire Academy, de Richelle Mead, e pode ser lido clicando aqui). Hoje trago a vocês algumas semelhanças entre as séries Fallen (Lauren Kate) e Para Sempre (Alyson Noël).

Ao contrário da comparação que fiz entre Blue Bloods e Vampire Academy, em que eu li quase todos os volumes disponíveis a meus dedinhos, desta vez eu só li um livro da série de Fallen e dois da série Os Imortais, infelizmente (algo que pretendo mudar assim que possível!)… Mas já deu para perceber algumas coisas em comum…

Fallen_capa

A mais óbvia, que eu talvez nem precisaria comentar, é que tanto Luce quanto Ever têm nomes de quatro letras são apaixonadas por imortais: Daniel e Damen e os dois têm nomes que começam com D. Não estou dizendo, vejam bem, que eles são do mesmo tipo de imortal (o que não são), mas são imortais, e é o que importa.

Veja as outras comparações que eu fiz Continuar lendo

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