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O Dragão de Sua Majestade – Naomi Novik

Após uma tempestade, a Marinha inglesa conquistou um navio francês o qual, apesar de ter lutado bravamente, não resistiu à superioridade númerica do navio comandado pelo capitão Laurence. O motivo para uma tripulação doente e enfraquecida lutar com tanta paixão é encontrado no interior do convés: um ovo de dragão.

Neste universo paralelo, junto do exército e a marinha, lutam tripulações a bordo de dragões treinados para a guerra. E, no começo das Guerras Napoleônicas, um ovo de dragão tem um preço inestimável. Continuar lendo

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Lançamentos futuros

Vi hoje no Bernard Cornwell Brasil a resposta de uma pergunta que eu havia me feito no sábado: quando que a Editora Record pretende lançar o quarto livro da série O Conquistador, do Conn Iggulden? Quando eu fui na Livraria Cultura para me comprar meus presentes de aniversário (olha o post aqui), eu vi o Empire of Silver à venda, mas o TOC não permitiu que eu levasse o livro (eu expliquei bem como funciona neste post).

Mas agora eu sei quando que eu vou poder reencontrar os mongóis!

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O Ouro de Sharpe – Bernard Cornwell

Atenção. Este post trata no nono livro da série As Aventuras de um Soldado nas Guerras Napoleônicas (ou, as Aventuras de Sharpe). Por isso, pode conter spoilers, revelando parte do conteúdo dos livros anteriores.

Em 1810, o exército britânico, apesar de ser o mais bem treinado da Europa, está sendo rechaçado do continente devido às constantes ameaças causadas pelo exército francês, mais numeroso. Após a batalha de Talavera e a falha em ajudar os aliados espanhóis durante um cerco, o duque de Wellington está perdendo seu apoio, bastante importante na campanha. A falta de fundos para financiar o exército também está pesando na balança e, tudo que o general quer é poder comprar tempo. Continuar lendo

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Terra em Chamas – Bernard Cornwell

O quinto volume das Crônicas Saxônicas foi lançado em maio deste ano. Sim, demorei pra ler e resenhar, mas fazer o quê? Esqueci meu exemplar na casa dos meus pais mais de uma vez, e só consegui ler quando coloquei ele na bolsa e levava pra todo canto… Continuar lendo

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Sobre as capas de Sharpe

Vi no Bernard Cornwell Brasil que o Sobre Capas entrevistou o criador das capas da série As Aventuras de um Soldado nas Guerras Napoleônicas, vulgo Aventuras de Sharpe.

Para ler a entrevista, entrem no site!

Só queria comentar uma parte Continuar lendo

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A guardiã do farol – Jeanette Winterson

A Guardia do Farol_capa

Conte uma história, Fe.

 

Que tipo de história?

Sua história com este livro

Eu sou absolutamente contra quem julga um livro pela capa, afinal, um desenho dificilmente diz muito sobre as palavras que estão contidas no livro. No entanto, minha própria história literária me condena. Já comprei livros pela capa. Conheci Bernard Cornwell, o autor da minha vida, porque me apaixonei pela capa de “O Arqueiro” láááá em 2002.

Então, sempre que entro em uma livraria (o que nos últimos tempos tem sido uma tarefa árdua porque elas parecem que estão em extinção, assim como meu tempo livre para visitá-las) eu me deixo levar pelo mar de capas até que uma delas, como um farol, chama minha atenção e chama meus dedos, implorando que eu o pegue. Foi assim com O Arqueiro. E foi assim com A Guardiã do Farol.

Comecei a ler o livro durante o almoço corrido do dia em que foi comprado, no começo de setembro e fiquei grudada nas palavras. Conheci Silver, uma menina que nasceu no ângulo e viveu assim desde então, e me viciei no seu jeito ágil de narrar as coisas.

Não é agilidade porque a história seja corrida, embora também seja. É ágil porque parece quase um fluxo de pensamentos, uma idéia correndo atrás da outra, em uma corrida para ver quem chega ao papel antes. É uma delícia de ler, e faz com que a leitura flua rapidamente. Graças a isso, terminei o livro durante a semana mais agitada dos últimos tempos.

Silver, depois de perder a mãe, é levada ao farol de Salts, a insignificante cidade litorânea onde mora, e fica aos cuidados do cego Sr. Pew, o guardião do farol.

Contador de histórias, Pew conhece todas as histórias de Salts, e mais algumas, trazidas por marinheiros que aportavam na cidade. Sempre houve um Pew no cabo Werth, então suas histórias incluem fatos de duzentos anos antes, quando a história do farol estava ligada à de Babel Dark. E a narrativa do livro se divide entre Silver, tentando reconstruir sua vida, e Dark, tentando sobreviver à vida. O livro é uma história de amor, é a história de Silver tentando se adequar a um mundo tão diferente dela mesma, que parece que ela não pertence a ele; é a história de Dark se adaptando a um mundo em que tudo que importava foi perdido.

A narrativa é como um quebra-cabeça: aos poucos Pew e Silver nos dão os pedaços da história, e apenas no final conseguimos ver a figura completa. É fascinante!

O ponto mais forte do livro, pra mim, é ver, em um livro, como perdemos a habilidade de contar histórias. Hoje em dia, as histórias nos são contadas por livros, não por pessoas, e não temos a capacidade de contar nossa história. Nossa luz está perdida no mar e não resgata navios à deriva. Precisamos contar nossa história ao mundo, mesmo que pareça que ninguém quer ouvir.

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Criança 44 (Tom Rob Smith)

A resenha que trago hoje não acabou de sair do forno, na verdade a escrevi no início do ano e como até bem pouco tempo atrás eu não tinha um blog para compartilhar com vocês as minhas opiniões literárias (obrigada de novo Mari!) essa resenha foi publicada apenas no Skoob. E bem, não é todo mundo que lê resenhas por lá e acho que isso se deve em parte a forma como a ferramenta é utilizada por muitos usuários (mas isso é assunto para outro post), então decidi compartilhar algumas resenhas antigas aqui no Blablablá.

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Colaboração no Meia Palavra

Eu sou amiga do povo do Meia Palavra graças à Valinor, e o Pips me pediu bastante enfaticamente uma colaboração. Então eu prometi que algum dia leria um livro e a resenha resultante seria pra publicar lá. Eis que o dia chegou e minha resenha está no ar no site do Meia Palavra!

O livro que eu escolhi foi O Bobo da Rainha, escrito pela GENIAL Philippa Gregory, autora do livro A Irmã de Ana Bolena que eu resenhei uma vez pro BN Blog. Clique na imagem para ler a resenha!

Olha como ele ficou bonitinho no site do Meia! Clica na imagem pra ler o texto!

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Os Ossos das Colinas – Conn Iggulden

General b2winc

Toda vez que eu termino de ler um livro, fico tentada a tentar descrever a experiência. Nunca fui boa de escrever – nunca, desde o colegial. Mas desde que voltei com o blog estou me prometendo e cobrando a terminar um livro e “resenhá-lo”. Entre aspas, porque não sou boa nisso, já aviso, e porque faço de brincadeira quase. Terminei de ler um livro incrível e decidi me arriscar. Vamos ver no que dá.

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