Outlander – o seriado: novidades da segunda temporada

Continuando com posts sobre o meu seriado favorito de 2015: Outlander, venho com novidades sobre a segunda temporada. Quem leu o livro, ou até mesmo viu o final da primeira temporada, sabe que agora nossos protagonistas estão a caminho da França para tentar impedir o triste destino dos escoceses após a batalha de Culloden em 1745. Como eles estão indo para um país novo, faz muito sentido que novas personagens apareçam, e vou compartilhar com vocês algumas das escolhas feitas pelos produtores da série: Continuar lendo

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Para todos os garotos que já amei (Jenny Han)

Para Todos os Garotos Que Já Amei

Já havia lido Jenny Han antes, em sua parceria com a autora Siobhan Vivian. Já havia percebido que sua narrativa era fluída, daquelas que quando você menos espera já chegou ao fim do livro. Mas, ler um livro escrito somente por ela, foi uma experiência mais divertida. Não desmerecendo a Siobhan, até porque não li nenhum livro escrito somente por ela para tecer maiores comentários, mas, o romance escrito apenas à duas mãos, mostrou-se mais cativante, mais fluido, com personagens mais carismáticos e com uma trama que depois que te fisga, você não consegue mais largar. Já gostava da Jenny Han antes, mas agora fiquei com vontade de ler outros livros dela.

Para todo os garotos que já amei compõe uma duologia com P. S. I Still Love You (Intrínseca por favor não nos deixe esperando muito tempo!) e conta a história de Lara Jean, uma garota de 16 anos que aprendeu a expurgar (ou pelo menos tentar) seus sentimentos escrevendo cartas de amor.

“Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque, depois que escrevo, aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal; posso cantar músicas românticas sem estar cantando para ele. Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam. ” (Página 7)

As cartas são apenas para ela. Apesar de colocadas em envelopes e endereçadas, o objetivo nunca foi enviá-las aos seus destinatários. Lara Jean as guardava em uma caixa de chapéu que ganhara da mãe. Cinco cartas foram escritas e agora todas as cinco foram enviadas misteriosamente aos seus destinatários, Lara Jean nem imagina o quanto sua vida irá mudar… Continuar lendo

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Outlander – Seriado!

Em 2011, nós divulgamos que a série Outlander, da Diana Gabaldon, ia virar um seriado de TV, e depois saiu um post falando do elenco. Depois disso, nunca mais falamos da série – e eu espero que vocês me perdoem por essa incrível falha de atualizações. Agora, o seriado já estreou, teve um hiato, voltou e terminou a primeira temporada. E eu vim aqui falar o que eu achei.

Em primeiro lugar, devo dizer que acredito que todos que criticaram a escolha do elenco morderam a língua. Pelo menos na página do Facebook do seriado, a maior parte dos comentários sobre o elenco contém apenas elogios, e eu, pessoalmente, adorei todas as escolhas – achei que todos se encaixaram perfeitamente nas personagens! O casal protagonista, vivido por Sam Heughan e Caitriona Balfe, exibia tanta química na tela, que em alguns momentos, ficava difícil acreditar que eles estavam fingindo. E o Black Jack Randall de Tobias Menzies (conhecido pelos fãs de Game of Thrones como Edmund Tully) conseguiu ganhar o ódio de muita gente. Mas os responsáveis pelo elenco foram muito mais a fundo: Jenny, Ian, Dougal, Colum, Murtagh: todos saíram das páginas do livro e vieram à vida. Continuar lendo

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A Lista (Cecelia Ahern)

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 “Esmagada e espremida, esgotada e desmoralizada, vendo tudo ser arrancado dela, Kitty refletiu que isso era o que ela causara a Colin Maguire, enquanto os repórteres se chocavam contra ela. Ela continuou caminhando, um passo à frente do outro; era tudo o que conseguia fazer. Queixo empinado, não sorria, não chore, não caia, caminhe. ” (Página 37)

Kitty Logan tem 32 anos, é jornalista e não está vivendo uma boa fase em sua vida. Kitty foi responsável por uma matéria que acabou se tornando um escândalo, destruiu a vida de pessoas e agora está sendo processada. Para piorar, Constance sua amiga e mentora há mais de dez anos, está muito doente. Em uma de suas últimas conversas com a amiga, Kitty pergunta a Constance se houve uma história que ela sempre quis escrever e nunca o fez. Constance pede para Kitty pegar um arquivo intitulado “Nomes” e retornar ao hospital para que ela lhe conte sobre o que se trata. Mas, Kitty não tem tempo de saber mais sobre a história da amiga. Constance morreu, seu emprego na TV foi para o espaço e o emprego na revista fundada por Constance está por um fio, seu melhor amigo perdeu a paciência com ela e seu namorado a deixou.

Poderia ser considerada uma coitada, mas a verdade é que tirando a tragédia da perda da amiga, todas as outras perdas ocorreram em decorrência dos seus atos. Então, Ahern não nos vende sua protagonista como a coitada sofredora que precisa dar a volta por cima, e reside aí o maior acerto desta obra. Kitty é a mulher que fez escolhas erradas, agiu errado (e muito) e que agora precisa repensar seus atos e se reencontrar sem ter o alicerce que sempre esteve ao seu lado para o que desse e viesse, sua miga Constance. Mais real, impossível. Continuar lendo

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Galavant

Durante o hiato de inverno de Once Upon a Time, a ABC começou a exibir um seriado novo chamado Galavant. Pelas propagandas, ele parecia ser apenas um musical, mas quando achei um tempinho livre, descobri que era mais do que isso.

Galavant (Joshua Sasse) é o herói do seriado, e ele e sua amada Madalena (Mallory Jansen) viviam felizes até que o rei Richard (Timothy Omundson) a viu e decidiu que queria que ela fosse sua rainha, raptando-a. Quando Galavant aparece para salvá-la, como é esperado de um grande herói, ela simplesmente informa que optou ser a rainha, já que assim seria a pessoa mais rica e poderosa do reino, versus viver de amor com Galavant.

O herói volta para casa e afunda na bebida, até que a princesa Isabella (Karen David) aparece com uma missão para ele: ajuda-la a derrotar o rei, que invadiu seu reino e prendeu seus pais. Inicialmente, ele recusa, mas com a insistência de seu escudeiro Sid (Luke Youngblood), eles partem para Valencia. Depois de tanto tempo bebendo e sem lutar, Galavant é tudo menos um herói, mas Isabella e Sid estão lá para coloca-lo na linha. E toda a história ocorre entre músicas dignas de Broadway.

Tudo isso faria um seriado bem bobinho, mas Galavant sabe que é bobo, e usa isso para tornar o seriado divertido. O tempo todo, o seriado se ironiza, fazendo piadas dele mesmo. Continuar lendo

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Minha Vida Fora de Série – 3° Temporada (Paula Pimenta)

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Tome cuidado com o que você deseja. Eu já tinha escutado essa frase antes, mas nunca havia levado a sério. Até que um dos meus desejos se realizou fazendo com que a minha vida saísse de órbita completamente. E só então eu entendi a tal advertência. Porque é preciso mesmo ter muito cuidado com aquilo que queremos. Simplesmente porque podemos conseguir. ”

(Página 11)

Confesso que eu fui uma das que torceu muito para que o último desejo da Priscila se realizasse. Eu só não imaginava a bagunça tremendo que isso iria causar e o quanto iria influenciar o namoro da Pri e do Rô. É esse o ponto de partida para a terceira temporada da vida fora de série da Priscila. E desta vez, o seriado foi uma mistura de drama familiar, aventura com as amigas, dramas românticos, tragicomédia (sim, porque algumas situações seriam muito cômicas se não fossem tão trágicas), muita fofura animal e um belo trabalho de arqueologia da Paula, que soube desenterrar com maestria alguns personagens.

Em Minha Vida Fora de Série – 3° Temporada reencontramos os personagens dois anos depois dos eventos narrados na segunda temporada. A Priscila agora está com 19 anos e percebe que precisa começar a lidar com as responsabilidades da vida adulta. O namoro de cinco anos e meio com o Rodrigo, que está cada vez mais sério. O início da faculdade e as dúvidas sobre o futuro profissional. E as novidades familiares que colocarão o namoro em xeque, mas que também garantirão momentos de muitas alegrias. E essa temporada já começa super agitada e com um ótimo espaço para os filmes. Priscila e Fani em L.A. não tinha como ser ruim. Como os eventos narrados aqui acontecem entre os eventos de FMF3 e FMF4, há muita novidade da Pri, mas também tem bastante Fani, Alejandro e sobra espaço até para o Christian e para a Tracy! As aventuras da Pri em L.A. foram bem animadas e o mais legal é que além de deixarem contentes os fãs mais saudosos, também foram bem utilizadas pela Paula para trabalhar a reviravolta da vez e lançar as sementinhas que poderão ser melhor exploradas nas temporadas vindouras. Continuar lendo

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Apenas um Ano (Gayle Forman)

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“É o sonho que eu sempre tenho: estou em um avião, bem acima das nuvens. O avião começa a descer, e eu tenho um pânico repentino porque percebo que estou no voo errado, viajando para o lugar errado. (…) Acordo em um suadouro desorientado ao ouvir o som do trem de pouso descendo, com o eco do meu próprio coração. Geralmente levo alguns momentos para me recompor, para me situar – um apartamento em Praga, um albergue no Cairo -, mas, mesmo depois de isso ter sido estabelecido, a situação de estar perdido permanece. ” (Página 11)

Em Apenas um Dia, Willem e Allyson (ou melhor Lulu) viveram uma aventura em Paris, mas os momentos de paixão foram interrompidos bruscamente e julgando-se enganado e com o coração partido, Allyson teve de encarar sua dor e aprender a reencontrar a esperança e a determinação de ir atrás do que ela queria. Em Apenas um Ano, é chegado o momento de Willem nos contar seu lado da história. O que o levou a abandonar Lulu em Paris? O que ele fez depois que descobriu que a garota foi embora e que ele não sabia verdadeiramente quem ela era? Continuar lendo

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Beleza Perdida (Amy Harmon)

Beleza Perdida

Quando vi que estavam “vendendo” o livro da Amy Harmon como uma releitura de A Bela e a Fera, não me empolguei muito. A premissa de cinco garotos que vão para a guerra e apenas um retorna, desfigurado, e passa a se isolar de todos, sendo o isolamento vencido pela mocinha que sempre fora apaixonada por ele, prometia um romance bem água com açúcar, então, já havia me preparado para não esperar nada além disso. E sim, Beleza Perdida tem muito romance, mas Harmon adicionou ao romance uma pitada (bem grande) de drama e alguns personagens bem carismáticos. No fim das contas, o romance passa a ser coadjuvante em meio à tantas outras tramas, e isso, na verdade, é muito bom.

“E então eles se foram, através do mar, para um mundo de calor e areia, um mundo que não existia de verdade, pelo menos não para Fern. E talvez não existisse para o povo de Hannah Lake, simplesmente porque era longe demais, desconectado demais de qualquer coisa que eles conheciam. E a vida continuou como antes. A cidade fez orações, amou, sofreu e viveu. (…) E o relógio continuou a correr calmamente. ” (Página 99)

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A Playlist de Hayden (Michelle Falkoff)

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“Tentei não pensar muito na letra, em Hayden ali sentado fazendo essa seleção de músicas antes de tomar sua decisão final. Eu odiava imaginá-lo querendo desaparecer dessa forma. ” (Página 16)

Tudo o que Sam sabe é que houve uma festa e houve uma briga. E ele acabou se desentendo com seu melhor amigo, Hayden. Em uma certa manhã, Sam foi pedir desculpas ao amigo e o encontra morto. Ao seu lado, uma garrafa de vodca e comprimidos de Valium, além de um pendrive e um bilhete para Sam. “Ouça você vai entender”.

Essa é a premissa do romance de Michelle Falkoff. Sam ficou para trás, para enfrentar um mundo no qual Hayden era seu único amigo. O que há para entender? O que levou Hayden a tomar a atitude que tomou? Qual o significado da playlist deixada pelo amigo? Enquanto ouve cada uma das músicas escolhidas por Hayden, Sam tenta descobrir o que realmente aconteceu naquela noite. Ao mesmo tempo que precisa enfrentar a raiva do amigo e das pessoas que ajudaram a tornar a vida de Hayden miserável, a culpa por achar ter sua parcela de contribuição para o ocorrido, e a saudade da única pessoa que realmente o entendia. E por um tempo, a premissa funciona muito bem e a narrativa de Falkoff nos prende à busca por respostas. Continuar lendo

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