Sempre gostei de literatura policial, um bom romance investigativo pode ser deveras divertido se você se empenha na descoberta do meliante. Esse lado do meu gosto literário foi alimentado por vários títulos da Coleção Vagalume e outros tantos da Grande Rainha do Crime e mais recentemente por algumas aventuras do Sr. Holmes. Então, vejam bem quando me falaram sobre uma nova série de investigação na qual a mente dedutiva pertencia a uma garota de onze anos eu me interessei. Pensava comigo, que mesmo que a história fosse fraquinha, que eu conseguisse descobrir o assassino antes valeria a pena pela diversão. Diverti-me lendo Flávia de Luce e o Mistério da Torta, mas mais do que isso me surpreendi com a mente acurada de nossa pequena Holmes/Poirot e me impressionei com a sua paixão pela química. Deixe-me contar-lhe um pouco mais dessa série, quem sabe isso não te anima a lê-la também…
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Flávia de Luce e o Mistério da Torta (Alan Bradley)
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Gone – Desaparecer (Lisa McMann)
Atenção: Esta resenha comenta os acontecimentos do terceiro e último volume da série Wake e pode conter spoilers, ou seja, revelar parte do enredo do livro anterior. Para ler as resenhas que fiz sobre os livros anteriores da série, clique aqui e aqui.
Se em Fade McMann nos mostra como o dom de Jane pode ajudar à desvendar crimes e quais são as conseqüências do uso do seu dom. Em Gone, bem, no último livro da trilogia esse lado heroína que tem um poder e que ajuda a polícia é deixado de lado, o que é uma pena para os que gostam de um romance policial. Eu mesma, ao iniciar a leitura não fiquei muito contente com o rumo que a história parecia tomar. Afinal, a autora inicia a série com a dificuldade de Jane em “acostumar-se” (se é que isso um dia pode acontecer) com o seu dom, uma garota sem confiança, com poucos amigos, isolada. No segundo livro temos uma Jane bem mais confiante, alegre até e que passa a enxergar seu dom como uma forma de ajudar a sociedade, auxiliando a polícia. Em Gone, nos encontramos novamente com aquela garota insegura do primeiro livro, é verdade que saber sobre o que o futuro lhe reserva foi um baque e tanto, mas como fica o aprendizado das experiências que ela passou? Não valeram de nada? A sensação que tive era que a autora estava subestimando a personagem ao agir assim, mas depois entendi que ao deixar de lado a face criminalística da obra e se aprofundar no psicológico de Janie, McMann nos permitiu um maior contato com sua protagonista e nos deixou claro como esse dom influenciou e influenciará a vida da garota. No fim, era disso que a trilogia tratava. A vida de uma jovem apanhadora de sonhos…
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Fade – Desvanecer (Lisa McMann)
Depois de ser apresentada a Janie em Wake, vocês podem ler a resenha do primeiro livro da série aqui, fiquei interessada no seu dom, no seu romance com Cabel e curiosa para saber se McMann conduziria sua história de acordo com meu palpite. Eu estava torcendo para que ela fizesse isso e ela fez! O que temos na sequência de Wake é uma espécie de romance policial juvenil na qual a protagonista tem um poder parapsicológico se assim o quiser chamá-lo. Já aproveito para avisá-lo que esta é a resenha do segundo livro da série e que fatos referentes ao primeiro livro podem ser comentados, caso ainda não tenha lido nenhum livro da série continue a ler a resenha por sua própria conta e risco.
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Melhores Leituras de 2010
A Nanda do Viagem Literária elaborou um top 10 dos melhores livros que ela leu em 2010 e convidou outras blogueiras a fazerem o mesmo. Eu chamei a Mari para participar e abaixo vocês podem conferir quais foram as nossas melhores leituras do ano de 2010. O banner que ilustra este post é de autoria dela e foi utilizado com o seu consentimento.
O ano de 2010 rendeu ótimas leituras, bati meu recorde de livros lidos, neste ano foram 90 e passei a resenhar mais, foram 25 resenhas. Espero em 2011 manter pelo menos a marca de 50 livros lidos e resenhar muito mais, não prometo resenhar todos os livros lidos (porque simplesmente alguns que leio não tenho vontade de resenhar) mas se eu resenhar pelo menos 80% dos livros que eu ler em 2011 já terei atingido minha meta.
Vamos ao nosso TOP 10?
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Fazendo Meu Filme 3: O Roteiro Inesperado de Fani (Paula Pimenta)
Lembram que na resenha do primeiro livro da série eu declarei como ainda gostava de ler romances juvenis e que eu não admitia que alguém ousasse me falar que eu não tenho mais idade para ler Pedro Bandeira? Vou incluir a Paula Pimenta agora também, sério gente, Fazendo Meu Filme está entre os melhores romances juvenis brasileiros da atualidade, se você assim como eu, gosta deste tipo de livro leia FMF logo, tenho certeza de que não irá se arrepender.

*Atenção, esta resenha pode conter spoilers referentes aos primeiros livros da série (Fazendo Meu Filme 1 e Fazendo Meu Filme 2), leia por sua própria conta e risco. Já leu as resenhas do primeiro e do segundo livro? Você poder ler a minha opinião sobre eles aqui e aqui.
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Louras Zumbis (Brian James)
Deixando um pouco de lado o tema romance sobrenatural James segue por outro caminho e investe na literatura zumbi. Depois dos vampiros, foram os anjos e por mais que alguns digam que agora será a vez das fadas, ainda aposto minhas fichas nos livros que versam sobre esses seres em decomposição. Eles são a onda da vez, seja nos livros ou em séries de televisão. Louras Zumbis não é um livro de zumbi escancarado, eu o classificaria como uma espécie de light zombie, excelente para quem quer se aventurar por esse gênero.
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Fazendo Meu Filme 2: Fani na Terra da Rainha (Paula Pimenta) e Tarde de Autógrafos…
Olá galera, hoje o post será duplo. Farei a minha resenha do segundo livro da série Fazendo Meu Filme e depois falarei um pouquinho da tarde de autógrafos que a Paula fez em Brasília.
*Atenção, esta resenha pode conter spoilers referentes ao primeiro livro da série (Fazendo Meu Filme 1), leia por sua própria conta e risco. Já leu a resenha do primeiro livro? Você poder ler o que eu achei aqui.
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Wake – Despertar (Lisa McMann)
Janie tem 17 anos e um dom, se é que podemos chamá-lo assim, penetrar nos sonhos das outras pessoas, ser espectadora de seus medos, sofrimentos, vergonhas…
“A versão resumida? Sou tragada para os sonhos das pessoas. Não consigo evitar. Não consigo fazer parar. Isso está me deixando louca.”
Seu dom aflorou cedo, quando a garota tinha apenas 8 anos e desde então Janie é obrigada a vivenciar os sonhos alheios, ao passo que os seus, ah os seus próprios sonhos não existem. Se já não bastasse isso, a garota ainda tem que conviver com uma mãe alienada, alcoólatra e que não se importa nem um pouco com ela. Com tantos problemas era de se esperar que a protagonista fosse uma garota revoltada, mas Janie é responsável, cuida da mãe, vai bem na escola e trabalha para juntar fundos e poder freqüentar a universidade.
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Fazendo Meu Filme 1: A Estreia de Fani (Paula Pimenta)
Durante a nossa formação como leitor vamos experimentando autores, estilos literários, títulos, é com essas ‘experiências’ que vamos lapidando nosso gosto, definindo predileções e descobrindo coisas novas. Em meio a isso tudo terão estilos que marcarão cada etapa da nossa vida, estilos que deixarão de ter importância e que talvez nunca mais venhamos a lê-los novamente e outros que tornar-se-ão uma espécie de xodó, que mesmo que a idade na carteira de identidade teime em gritar que devíamos ter deixado-o lá atrás não deixamos de jeito nenhum. O meu ‘xodó’ remonta ao meu período de adolescência, sempre fui viciada em romances juvenis e continuo sendo até hoje e ai de quem me diga que não tenho mais idade para ler Pedro Bandeira! Foi por esse vício que descobri a escritora Paula Pimenta e a sua série de livros intitulada Fazendo Meu Filme, decidi que tinha que lê-la e me deliciar com a escrita jovem, paixões juvenis, rompantes ‘aborrecentes’ e os desencontros tão comuns nessa época. Não me arrependi.
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