Atenção, esta resenha trata sobre os acontecimentos do terceiro livro da série Os Heróis do Olimpo e pode haver spoilers dos livros anteriores. Para saber o que eu achei dos outros livros veja os links no final desta resenha.

A profecia fornecida por Rachel no último livro da primeira saga do Percy Jackson guiou todas as ações dos semideuses nos dois primeiros livros desta série. Desde o início eles eram sete, mas estavam divididos entre as contrapartes gregas e romanas, vivendo aventuras que de certa forma eram apenas o aperitivo, a preparação para tudo que teriam que enfrentar depois, todos juntos. Em A Marca de Atena, o programa de intercâmbio planejado por Hera/Juno atinge um novo nível, é chegada a hora de reunir velhos conhecidos e estabelecer novas alianças. Os sete semideuses aos quais a profecia faz referência finalmente estão juntos e prontos para cumprirem seus destinos. Mas, antes da aventura final é preciso fazer um pequeno desvio. Porque uma antiga profecia vem à tona e os semideuses percebem que solucionar essa profecia pode ser o caminho necessário para conseguirem levar a cabo sua missão. E fazendo jus ao título do livro e à personagem principal dessa profecia, era de se esperar que Annabeth ganhasse um maior destaque, para alegria daqueles que sempre tiveram a filha de Atena entre o rol dos seus personagens favoritos. Continuar lendo














