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Book Tour o Blablabla Acredita na Ideia!

Oi Galera,

quem acompanha o blog sabe que estamos participando de um projeto bem legal proposto pela Fabi da Editora Underworld: o Book Tour. Para saber mais sobre ele clique aqui. Essa ideia é muito legal porque permite que vários leitores de blogs literários tenham acesso às obras, que possam lê-las e escrever suas opiniões acerca dos livros.

É por apoiar e por acreditar nessa ideia, que hoje venho anunciar que o Blablabla Aleatório está participando de mais dois Book Tours, dessa vez direto com as autoras Luciane Rangel e Vivianne Fair que decidiram colocar um exemplar de seus livros para viajar por esse Brasil afora. Eis os livros que logo mais vocês poderão ler resenhas deles aqui no blog:

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Melhores Leituras de 2010

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A Nanda do Viagem Literária elaborou um top 10 dos melhores livros que ela leu em 2010 e convidou outras blogueiras a fazerem o mesmo. Eu chamei a Mari para participar e abaixo vocês podem conferir quais foram as nossas melhores leituras do ano de 2010. O banner que ilustra este post é de autoria dela e foi utilizado com o seu consentimento.

O ano de 2010 rendeu ótimas leituras, bati meu recorde de livros lidos, neste ano foram 90 e passei a resenhar mais, foram 25 resenhas. Espero em 2011 manter pelo menos a marca de 50 livros lidos e resenhar muito mais, não prometo resenhar todos os livros lidos (porque simplesmente alguns que leio não tenho vontade de resenhar) mas se eu resenhar pelo menos 80% dos livros que eu ler em 2011 já terei atingido minha meta.

Vamos ao nosso TOP 10?

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Estrela Píer (Kamila Denlescki)

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Já há um tempinho estava com vontade de ler o livro da Kamila, li muitas resenhas falando bem do livro e que o mesmo merecia uma chance. Como estou em uma fase de descobrimento da literatura brasileira contemporânea, li muitos livros de novos autores brasileiros este ano e não podia deixar este título de fora.

Lúcia Píer Eli é uma simples bibliotecária do Colégio Santa Rosa e como ela mesmo se autodenomina é tipicamente desastrada, os tropeços são sua marca registrada, e a piada da escola. A garota mora com sua avó Marisa e sua irmã Lara, sua relação com os pais praticamente inexiste, os dois saíram de casa e nunca mais voltaram. Lúcia vive imersa no mundo das palavras e sonha encontrar um grande amor, assim como os dos livros. Mas, sua vida pacata não contribui para que isso ocorra. Até que um dia a empresa do xampu Sexy Diva resolve fazer uma promoção, o prêmio? Uma viagem para Londres e um jantar com o ator Richard Clevehouse, um dos queridinhos do público. Lúcia nem cogita participar da promoção, mas Marisa resolve dar um empurrãozinho no destino… e lá vai Lúcia Píer para Londres, ela que pensava que iria apenas encontrar-se com o ator inglês e depois voltar para a sua vida em São Paulo perceberá que muitas surpresas lhe aguardam…

Quando li a sinopse e comecei e ler o livro, achei que Lúcia iria para Londres, se apaixonaria pelo ator inglês e ele por ela e que após um bocado de empecilhos os dois ficariam juntos. Achei que o livro da Kamila fosse um chick-lit típico e não esperava mais do que isso. Sabem o filme Um Econtro com seu Ídolo!? Achei que a temática seria parecida. Mas, a Kamila conseguiu me surpreender, tem romance sim, afinal, é o que a protagonista mais deseja, mas tem muito mais, o livro da Kamila é uma mistura de romance água com açúcar, X-men, Admirável Mundo Novo… quando o livro começou a apresentar elementos sobrenaturais e a experimentar roteiros de ficção científica eu levei um susto, mas confesso que foi o tempero inesperado que deixou a leitura mais interessante.

Mas também tenho algumas ressalvas, a Kamila escreve muito bem, a leitura de seu texto é fluida (qualidade que prezo muito) e ela faz descrições claras. Porém, percebi alguns errinhos de português que uma boa revisão não teria deixado passar. Outra coisa que senti falta foi um maior aprofundamento na temática escolhida, se o livro se resumisse apenas no romance de Lúcia e Richard tudo bem, mas ja que a Kamila optou por enveredar por outros caminhos ela poderia ter detalhado mais essa parte do livro e explicado melhor algumas situações, tais como a dos pais de Lúcia e a situação da Lara e do Santiago. A parte científica do livro também deixou a desejar, não sei se é porque sou bióloga e gosto das coisas em maiores detalhes, mas achei a explicação do que eram os sadis muito superficial, eu daria de bom grado pelo menos mais 100 páginas para que a Kamila pudesse detalhar mais sua história. O jeito agora é esperar a continuação de Estrela Píer (terá uma continuação né Kamila?) porque eu fiquei com mais perguntas do que respostas.

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Fazendo Meu Filme 3: O Roteiro Inesperado de Fani (Paula Pimenta)

Lembram que na resenha do primeiro livro da série eu declarei como ainda gostava de ler romances juvenis e que eu não admitia que alguém ousasse me falar que eu não tenho mais idade para ler Pedro Bandeira? Vou incluir a Paula Pimenta agora também, sério gente, Fazendo Meu Filme está entre os melhores romances juvenis brasileiros da atualidade, se você assim como eu, gosta deste tipo de livro leia FMF logo, tenho certeza de que não irá se arrepender.

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*Atenção, esta resenha pode conter spoilers referentes aos primeiros livros da série (Fazendo Meu Filme 1 e Fazendo Meu Filme 2), leia por sua própria conta e risco. Já leu as resenhas do primeiro e do segundo livro? Você poder ler a minha opinião sobre eles aqui e aqui.

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Fazendo Meu Filme 2: Fani na Terra da Rainha (Paula Pimenta) e Tarde de Autógrafos…

Olá galera, hoje o post será duplo. Farei a minha resenha do segundo livro da série Fazendo Meu Filme e depois falarei um pouquinho da tarde de autógrafos que a Paula fez em Brasília.

*Atenção, esta resenha pode conter spoilers referentes ao primeiro livro da série (Fazendo Meu Filme 1), leia por sua própria conta e risco. Já leu a resenha do primeiro livro? Você poder ler o que eu achei aqui.

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Fazendo Meu Filme 1: A Estreia de Fani (Paula Pimenta)

Durante a nossa formação como leitor vamos experimentando autores, estilos literários, títulos, é com essas ‘experiências’ que vamos lapidando nosso gosto, definindo predileções e descobrindo coisas novas. Em meio a isso tudo terão estilos que marcarão cada etapa da nossa vida, estilos que deixarão de ter importância e que talvez nunca mais venhamos a lê-los novamente e outros que tornar-se-ão uma espécie de xodó, que mesmo que a idade na carteira de identidade teime em gritar que devíamos ter deixado-o lá atrás não deixamos de jeito nenhum. O meu ‘xodó’ remonta ao meu período de adolescência, sempre fui viciada em romances juvenis e continuo sendo até hoje e ai de quem me diga que não tenho mais idade para ler Pedro Bandeira! Foi por esse vício que descobri a escritora Paula Pimenta e a sua série de livros intitulada Fazendo Meu Filme, decidi que tinha que lê-la e me deliciar com a escrita jovem, paixões juvenis, rompantes ‘aborrecentes’ e os desencontros tão comuns nessa época. Não me arrependi.

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Palavras da Alma (Peter Menegat)

Eu tenho cá comigo que não há razão para escrever uma resenha de um livro de poesias e poemas. É o que penso. Cada poema cala em um leitor de forma diferente, a experiência de ler um livro de poesias é única para cada um. Então, porque fazer uma resenha que por mais que tente ser objetiva acabará enveredando (e com razão) pelas trilhas da subjetividade? Continuar lendo

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Sábado à Noite (Babi Dewet)

A cidade é Alta Granada. Cinco amigas, lindas, poderosas, as populares do colégio… em apenas uma palavra: metidas. Os marotos, grupo de cinco amigos, os plebeus da escola, não seguem as regras e por isso são ignorados pelas populares do colégio. Amanda é do grupo das populares e Bruno dos marotos, apesar disso, são amigos desde sempre. Eu poderia continuar por essa linha de pensamento e dizer que apesar de todos os empecilhos, os garotos descobriram que o que sentiam um pelo outro era mais que amizade… Como assim? Bem, eu não conhecia a história da Babi do tempo da fanfic e foi exatamente essa impressão que o primeiro capítulo me passou: Bruno e Amanda. A Babi me enganou, haha.

Pois é, nada de Bruno e Amanda, o casal da vez é Amanda e Daniel. Daniel que também faz parte dos marotos e por quem a garota sempre nutriu um amor secreto ainda que proibido. Como assim proibido? Acontece que Guiga, uma das amigas de Amanda, também gosta de Daniel, quero dizer, gosta não, gostava. Como as duas garotas gostavam do menino, entraram em um consenso e pelas “regras da amizade” desistiram ambas do garoto. Mas acontece que uma inesperada atividade proposta pela professora de artes deixa as meninas e os marotos mais próximos. E Amanda vê seu amor por Daniel renascer, o garoto que sempre gostou dela vê a chance de finalmente conseguir algo com ela e ambos não resistem. Mas como assumir esse amor? Como Amanda pode correr o risco de perder uma amiga por causa de Daniel? Vocês devem estar achando a guria louca né, afinal, Guiga não gosta mais de Daniel. Mas Amanda não sabe, Guiga não fala e a garota não pergunta. Em meio a tantos mal entendidos será que essa história de amor terá solução? Poderão Amanda e Daniel serem felizes, apesar das “regras sociais” e tudo o mais?

No meio disso tudo, o diretor criou os bailes de sábado à noite e uma banda de mascarados tem feito sucesso entre a garotada. Amanda, também os admira, afinal os garotos cantam músicas que refletem o que ela está vivendo. Como podem saber tanto? Quem são eles por detrás das máscaras?

A história da Babi é muito bem escrita, com várias referências musicais e cinematográficas, que eu adorei. Mas, confesso que perdi a paciência com a Amanda muito cedo, caramba, que vontade de sacudi-la e gritar na cara dela: ‘Acorda para a vida garota!’. Amanda não me cativou, mas me fez recordar da adolescência, quando a eterna falta de diálogo dificultava muito nossa vida. Ponto para a Babi que soube captar essa fase tão bem, que é impossível não sentir raiva dos adolescentes.

A trama é centrada em um romance juvenil e o pano de fundo é um colégio, então não espere nada muito psicológico e tramas muito complexas. A não ser que você leve os dramas juvenis tão a sério. Apesar disso, a narrativa da Babi nos faz vivenciar muitas emoções: raiva, incredulidade, nostalgia, alegria. E para mim, um livro que faz isso, independente de sua “profundidade”, é um livro que cumpre o seu papel: provoca reações no leitor. É um livro recomendado para aqueles que gostam de ler romances juvenis e que acham que ainda é válido relembrar sua juventude.  Só tenho uma ressalva: a história é de adolescentes, todos menores de idade, confesso que fiquei apreensiva quando vi que a relação adolescentes X carros foi tratada como sendo muito normal. Bruno ia para a escola dirigindo, Daniel, Albert, Anna… eu sei que muitos pais (irresponsáveis) deixam filhos menores de idade dirigirem, mas acho que esse fato não precisava ser retratado de forma tão explícita no livro, a não ser que a idéia fosse passar alguma mensagem educativa. Eu não ligaria de ver os personagens andando mais de ônibus, ou dependendo um pouco mais dos pais para as caronas.

Para quem se interessou, o livro pode ser comprado diretamente com a autora. Saiba mais aqui.

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Em tempo: A Babi respondeu a dúvida suscitada a respeito da utilização de carros aqui: http://www.babidewet.com/san/noticias

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A Esperança tem muitas faces (Lucília Junqueira de Almeida Prado)

Olá pessoal, depois de um tempinho sem aparecer por aqui estou de volta e com resenha! Já há um tempinho ganhei um livro de uma autora brasileira no twitter das meninas do @Leit_Devaneios, estava enrolando para ler mas finalmente consegui em meio a lista de espera de livros para ler, que só aumentam porque como toda boa viciada em livros não consigo ir na livraria e não comprar algo. A leitura foi agradável e até divertida, mas esperava mais do livro…

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Falando sobre evolução…

Estava assistindo The Big Bang Theory e toda vez que vejo a abertura da série o tema evolução me vem a cabeça. Como bateu vontade de falar algo sobre isso, resolvi compartilhar com vocês a resenha de um livro de divulgação científica que trata sobre este tema e que foi publicado este ano pelo Reinaldo Lopes (Imrahil, ou o Cisne da Valinor).

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