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Alyson Noël no Brasil – Eu fui!

Após a sessão de autógrafos na Bienal do Livro no Rio de Janeiro, a autora Alyson Noël parou em outras cidades do nosso querido (e enorme) país. A penúltima delas foi no sábado passado, dia 10, na Fnac do Shopping Dom Pedro, em Campinas.

Como Jundiaí fica a pouco mais de meia hora de lá (e o shopping tem uma ETNA), não foi muito difícil convencer meus pais a irem comigo (preguizzz de ir sozinha). Eu tinha visto na internet que começava às 16h, e dez minutos antes, lá estava eu.

E mais uma galera. Continuar lendo

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Sussurro – Becca Fitzpatrick

Este livro eu ganhei em uma promoção do blog de uma xará minha: a Mariana Katzwinkel no fim de 2010 e demorei forever para ler… E me arrependi amargamente de ter demorado tanto.

A série Hush-Hush estourou na blogosfera e não é por menos, apesar de ser mais uma série sobre anjos (que aparentemente estão disputando espaço com os vampiros no ranking de criatura sobrenatural mais explorada no mundo literário), Sussurro é uma narrativa bem estruturada, bem escrita e com um toque de mistério que me irritou de tão bom.

Digo que me irritou porque a autora dá mil-e-uma dicas para você resolver toda a trama do livro, mas ela só se desvenda por completo bem no final, exatamente como nós gostamos. O livro não foi previsível, e fiquei me mordendo para saber exatamente quem era o quê na história. SUPER legal. Continuar lendo

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Lonely Hearts Club – Elizabeth Eulberg

Até quem não é fã dos Beatles sabe reconhecer quando um livro é escrito com o quarteto inglês em mente. Se a capa, inspirada claramente na mais famosa foto da banda, não tivesse sido o suficiente para dar a dica, tem ainda o nome: Lonely Hearts Club, como a própria autora diz ao longo do texto, vem da música/álbum St. Pepper’s Lonely Hearts Club (). E a protagonista: Penny Lane Bloom. Até eu sei que Penny Lane é uma música dos Beatles (e sei também que o clipe tem eles montados em cavalos, mas enfim)…

Quando eu comecei a leitura de Lonely*Hearts Club, esperava uma história super boba de adolescentes que serviria apenas para animar meu domingo. E sim, foi isso que o livro me proporcionou, mas não foi apenas isso.

*Acho que é válido dizer que fiquei ERAS para ler Lonely ao invés de Lovely na capa do livro… Continuar lendo

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The Twilight Saga: The Official Illustrated Guide – Stephenie Meyer

Eu sempre achei resenhar livros uma coisa meio difícil, até porque tenho certa dificuldade em expressar, com palavras, os sentimentos que as histórias me inspiraram.

Quando o livro em questão não tem história, fica um pouco mais difícil. O Guia Oficial Ilustrado da Saga Crepúsculo é um desses livros. A leitura pode ser iniciada em qualquer ponto do livro, já que ele é basicamente uma enciclopédia reunindo fatos e curiosidades sobre a saga. Quem leu os livros da série (inclusive as aventuras de Bree Tanner) vai gostar do apanhado que se encontra neste guia.

Só uma observação antes de continuar: Eu comprei a versão da Little Brown & Co. (leia aqui sobre a influência do TOC na minha vida), e fiquei impressionada que todas as páginas são daquele papel meio fotográfico, igual ao da Graphic Novel. No dia em que eu o comprei, tinha visto a da Atom e da Intrínseca, mas não me ocorreu reparar nas folhas usadas… Novamente, não lembro que a Graphic Novel brasileira tem papel da mesma qualidade, e não sei mesmo que livro nacional tem folhas iguais!

Bom, o guia em si começa com uma entrevista com a Stephenie Meyer executada pela Shannon Hale. Como as duas são amigas, a entrevista mais parecia um bate papo entre as autoras, e ficou pedante vez ou outra. Mas de um modo geral, foi interessante ver como duas autoras publicadas e famosas pensam e o jeito que elas encaram a fama, entre outras coisas.

Partimos então a uma descrição detalhada de todas as personagens que aparecem na saga. Inicialmente somos introduzidos às características físicas dos vampiros, e algumas outras informações aleatórias da raça. Depois vêm as fichas técnicas de TODOS os vampiros, separados por clãs, contando com a história detalhada de suas vidas. Nos pontos em que as histórias de dois ou mais vampiros se cruzam, a descrição é praticamente a mesma, e dava muita vontade de pular, mas eu achei muito legal relembrar a tranformação e vida de todo mundo, especialmente porque faz tempo que eu não leio a série (acho que em 2009 eu reli, e nunca mais – até Bree Tanner, que nem conta direito). Depois dos vampiros, temos descrições dos lobisomens, suas vidas e tal, novamente desde os principais até aqueles que a gente nem lembrava de terem aparecido. E a mesma coisa acontece com os humanos – todo o mundo aparece.

A última parte do livro abrange as coisas que inspiraram a Stephenie. Começa com uma linha do tempo de acontecimentos, a qual organiza os fatos narrados nas partes individuais das personagens (mas esta é bem mais focada). Segue um resumo dos livros da saga focando os pontos-chave de cada capítulo. Depois há (JURO) uma descrição detalhada dos veículos que aparecem na saga, descrevendo como cada carro/moto se encaixa na personalidade das personagens que o possuem.

Em seguida, Stephenie fez uma lista de músicas que a inspiravam enquanto ela escrevia cada capítulo da saga, colocando uma citação do capítulo em questão. A maior parte das músicas é encontrada na playlist do meu irmão, mas tem algumas da minha biblioteca. Uma breve galeria de fanart, outra galeria com as capas internacionais, cenas excluídas do livro que apareceram nos filmes, um FAQ, onde Stephenie responde às dúvidas mais frequentes e o livro se encerra.

Vale a pena para todo e qualquer fã da saga, não só por conter tudo que você pode querer saber da saga em um livro só, como pelas ilustrações. São realmente belas. O livro todo é ilutrado com fotos e arte de Young Kim (artista responsável pela Graphic Novel) e outros artistas que capturaram belamente a essência da saga.

E por falar em Graphic Novel, na contra-capa da jaqueta do meu livro, tem um desenho minúsculo da ilustração da capa do volume dois da versão ilustrada de Crepúsculo. É um Edward deitado que complementa perfeitamente a Bella da capa do primeiro volume. Dei uma Googleada e achei estas fotos aqui. A data de lançamento do volume 2 ainda não foi divulgada (infelizmente. QUERO!).

Compre aqui:

Cultura

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Linhas (Sophia Bennett)

Quem me conhece sabe que eu não dispenso uma boa leitura juvenil e não só romances YA, mas também aqueles direcionados a um público mais jovem. Gosto da leveza e da agilidade que as histórias direcionadas a este público possuem, se a história é bem escrita e o enredo é interessante as horas de diversão durante a leitura são certas. Foi esperando isso que comecei a leitura de Linhas e fui surpreendida, pois Sophia Bennett optou por incluir em sua trama um assunto que alguns podem achar um tanto árido para os mais jovens. Mas ela o fez com muita sensibilidade, não com o objetivo de chocar, mas de conscientizar. Eis mais uma série que me cativou.

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Shadowland – Alyson Noël

Atenção, este post trata do terceiro volume da série Os Imortais, de Alyson Noël, e pode conter spoilers do enredo dos livros anteriores.

No segundo livro da série, Blue Moon, Ever foi enganada e não pode tocar Damen, ou ele morrerá. Quando lhe conta, Damen encara isso como o karma se vingando dele, enquanto Ever quer apenas descobrir um meio de reverter a situação.

Some a isto o fato de que Sabine decidiu que quer que Ever estagie durante o verão na firma de advogados em que trabalha, o que é basicamente a última coisa que Ever quer. Assim, a jovem promete encontrar um emprego para as férias de verão, o que ela encontra no último lugar que esperava: a livraria esotérica em que Ava trabalhava.

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A Pirâmide Vermelha (Rick Riordan)

Podem dizer o que quiserem, mas o papel da mãe de manter o núcleo familiar é inegável (ainda que não seja regra é bom frisar) e há vários exemplos na literatura que perpetuam a assertiva anterior. Em A Pirâmide Vermelha não é diferente, com a morte da mãe, os Kane deixaram de existir como uma família propriamente dita. Carter Kane tem 14 anos e viaja o mundo com o pai, o egiptólogo Dr. Julius Kane, o garoto não freqüenta uma escola e não tem um lugar que possa chamar de lar. Sua casa? Uma mala. Sua escola? Além dos ensinamentos do pai, os livros são seus companheiros. Sadie, sua irmã mais nova vive com os avós maternos em Londres, leva uma vida normal se é que pode ser chamada de normal uma vida longe do convívio com o pai e o irmão, uma vida em que visitas paternas estão relegadas a dois dias do ano e nada mais. Será que é possível viverem como uma “família normal” novamente? Isso parece ser os planos do Dr. Kane, mas algo dá tremendamente errado e o egiptólogo provoca um acidente no British Museum, no qual acaba desaparecendo. Ao mesmo tempo, uma criatura foi invocada. O que o Dr. Kane pretendia? Que criatura é essa? A criatura tentou atacar as crianças, mas não conseguiu o que elas tem de especial? Porque Sadie consegue ler hieróglifos sem nunca ter estudado-os antes? Quem é Amós? O que aconteceu com o Dr. Kane? Carter e Sadie conseguirão ver seu pai novamente?

É com essa imensidão de questões, que Riordan nos apresenta sua nova série. Só que dessa vez ele deixa o Olimpo e suas colunas dóricas, jônicas e coríntias de lado para se dedicar ao Duat e suas pirâmides. Somos convidados a desbravar a história egípcia e a aprender um pouco mais sobre este povo e sua mitologia.

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Abraham Lincoln Vampire Hunter – Seth Grahame-Smith

Eu comprei este livro, em inglês, ano passado, na Bienal do Livro de São Paulo. Fiz a resenha no meu blog em inglês, o qual eu não atualizo faz tempo demais (shame on me). Como a Intrínseca lançou a tradução, resolvi dividir minha resenha com quem ainda não a leu:

Desde que eu era uma garotinha, Abraham Lincoln é o meu presidente americano favorito. Eu sei que as pessoas normalmente não têm presidentes americanos favoritos, mas o “Abe Honesto” nasceu no dia 12 de fevereiro, como eu (mas 180 anos antes), e isso foi o suficiente para me fazer gostar dele. O fato de ele estar em Mario’s Time Machine, um dos jogos de computador que eu jogava quando era mais nova, ajudou também.

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Sense and Sensibility and Sea Monsters – Jane Austen & Ben H. Winters

 

Sense and Sensibility and Sea Monsters_capa

Dentre as obras de Jane Austen, as mais conhecidas são, sem dúvida, Orgulho e Preconceito e Razão e Sensibilidade. Em 2010 li a versão satirizada de Orgulho e Preconceito, escrita por Seth Grahame-Smith: Orgulho e Preconceito e Zumbis; e feliz com o resultado obtido pelo autor, não hesitei em comprar Razão e Sensibilidade e Monstros do Mar.

Ambos os livros são editados pela Quirk Books, uma editora norte-americana que vem satirizando livros clássicos como os de Jane Austen e Léo Tostói ao acrescentar algum elemento como zumbis, alienígenas, zumbis… Recentemente a Editora Lua de Papel tem feito isso com livros de autores brasileiros, nos proporcionando títulos como O Alienista Caçador de Mutantes, Senhora, A Bruxa, Escrava Isaura e o Vampiro e Dom Casmurro e os Discos Voadores. Aparentemente virou tendência =P

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Pequena Abelha (Chris Cleave)

Quando o livro Pequena Abelha foi lançado o foi com estardalhaço, mas um estardalhaço que ao mesmo tempo era barulhento e não entregava nada. Pegue o livro, leia a contracapa e suas orelhas, nada ali entrega sobre o que ele trata, tudo o que sabemos do livro é isto:

“Esta é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquela que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa…”

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