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Um Autor de Quinta #42

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Bienal do Livro São Paulo 2012

Amanhã começa a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Eu e a Núbia estaremos lá nos dias 17 e 18 – vamos finalmente nos conhecer, depois de dois anos blogando juntas. Quem esbarrar com a gente, ganha um lindo marcador do blog. Porque estamos felizes a este ponto =D

Diferentemente da Bienal do Rio do ano passado, este ano a Bienal contará com poucos autores internacionais, infelizmente. Mas as editoras planejaram diversas atividades para compensar esta falta. Vamos colocar abaixo todas as programações das editoras, para todo mundo conseguir organizar o que quer fazer, além de outras informações importantes.

Datas e horários de funcionamento

09 a 19 de agosto:

  • 09 a 18, das 10h às 22h
  • 19, das 10 às 20h (entrada até às 18h)

Observação: dia 09 é apenas para profissionais do livro e eles pedirão credenciais.

Localização

A Bienal vai acontecer no Pavilhão de Exposições do Anhembi, localizado à Avenida Olavo Fontoura, 1209 em São Paulo.

O local conta com estacionamento, mas os organizadores planejaram ônibus circulares saindo de DUAS estações de metro:

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A Batalha do Apocalipse (Eduardo Spohr)

Tenho me surpreendido com os livros de ficção fantástica que tem sido publicados atualmente no Brasil. Sim, é uma incursão recente e o gênero não é muito difundido entre os escritores brasileiros, mas já tive a oportunidade de ler obras de fantasia de qualidade e que merecem ser conhecidas pelos que gostam do estilo. A Batalha do Apocalipse, referida por seus fãs como ABdA, com certeza está nesta lista. E a história de Spohr para conseguir publicar seu livro é o exemplo de uma batalha bem sucedida. Em 2007 o autor disponibilizou 70 cópias de seu livro no site Jovem Nerd, cópias estas que esgotaram em apenas 5 horas, logo mais exemplares foram disponibilizados e a obra caiu nas graças dos nerds de plantão e cerca de 4500 livros foram vendidos através do selo Nerdbooks criado por Spohr e seus amigos do site, isso em 2009. Finalmente em 2010 o livro foi publicado pela Editora Verus atingindo excelentes marcas de vendagem e já com várias reimpressões. E alçou voos maiores, ABdA já foi publicado em Portugal, na Holanda e na Alemanha. Fugindo das mitologias mais tradicionais, Spohr apostou nos anjos para criar seu romance catastrófico e o fez com bastante propriedade.

Há muito tempo o paraíso celeste foi palco de uma batalha sangrenta. Querubins leais à Yahweh se levantaram contra o Arcanjo Miguel e seus seguidores. Isso porque após o descanso divino, os arcanjos mandavam e desmandavam a bel-prazer, principalmente contra a criação divina de que tinham mais ciúme: a humanidade. Porém, os revoltosos foram derrotados, expulsos do céu e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o fim dos tempos. Continuar lendo

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Um Autor de Quinta #38

Coluna inspirada no Uma Estante de Quinta  da Mi Muller do Bibliophile. Pretendemos toda quinta-feira trazer informações, curiosidades e algumas dicas de leituras e afins sobre algum(a) autor(a).

 

Isabel Allende

Isabel Allende Llona nasceu em 2 de agosto de 1942. Apesar de ter nascido em Lima, sua família, logo após seu nascimento, retornou ao Chile, a terra natal. É filha de Tomás Allende e Francisca Llona. A autora é considerada uma das principais revelações da literatura latino-americana da década de 1980. Atualmente Isabel reside nos Estados Unidos da América. Continuar lendo

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Azincourt (Bernard Cornwell)

“Os arqueiros eram os heróis de Hook. A Inglaterra, para Hook, não era protegida por homens vestindo armaduras brilhantes, montados em cavalos ajaezados, e sim por arqueiros”. 

A figura do arqueiro sempre foi mítica para os ingleses, durante todo o período medieval e antes do advento das armas de fogo, os arqueiros eram amplamente utilizados nas batalhas e chegavam a compor mais da metade do exército inglês. Ter um arqueiro em um exército no século XIV era praticamente uma exclusividade inglesa, já que para ser um bom atirador eram precisos anos de prática e em nenhum outro país o arco longo era tão difundido. Essa característica do exército inglês fez da Inglaterra nos séculos XIV e XV uma potência na Europa e tornou-se uma das unidades bélicas mais temidas, e com razão, os arqueiros eram capazes de fazer a guerra pender para os ingleses mesmo quando as condições numéricas eram desfavoráveis.

Emprestando novamente a figura do arqueiro, que já foi explorada na série A Busca do Graal, Cornwell faz uma releitura de uma das batalhas mais famosas da Guerra dos Cem Anos entre a Inglaterra e a França. A batalha de Azincourt, travada em 1415, em solo francês no dia de São Crispim. Azincourt ficou famosa, não pelos ganhos políticos ingleses (que foram bem ínfimos), mas sim pela disparidade numérica entre ingleses e franceses. Algumas fontes chegam a falar de 6 mil para 30 mil respectivamente. São os eventos que culminaram nessa batalha que nos são narrados em Azincourt, só que diferente de Shakespeare que também revisitou esse dia em sua obra Henrique V, Cornwell traz como protagonista um simples arqueiro, um tanto esquentado, com uma rixa familiar e com uma mira de dar inveja. Continuar lendo

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Perfeitos – Scott Westerfeld

Atenção, este post trata do segundo livro da série “Feios” e, por mais que eu evite, pode conter spoiler da trama do livro anterior (nunca do próprio livro). Para ler a resenha do primeiro livro da série, Feios, clique aqui.

 

Perfeitos

Tally é perfeita. Agora ela deve ser aceita em um dos grupos existentes na sociedade utópica. Shay e Peris são Crims e Tally quer se juntar a eles. Ela se encaixa bem na descrição dos Crims: a maioria aprontou durante o tempo em que foi Feio. Durante a festa em que vai saber se foi ou não escolhida, Tally tem uma visita de alguém de seu passado e por pouco não estraga sua chance de ser aceita.

Essa visita faz Tally lembrar coisas importantes do seu passado de feia e junto do líder dos Crims, Zane, Tally volta a se sentir como antes da cirurgia que a transformou em Perfeita.

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Um Autor de Quinta #26

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Um Autor de Quinta #19

Feliz dia das Mulheres! Nada melhor do que homenagear uma mulher incrível que escreveu sobre mulheres fortes e guerreiras!

Philippa Gregory

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A Cidade das Feras (Isabel Allende)

Quase comecei essa história de trás para frente. Apesar de ouvir falarem sobre Allende e suas obras, ainda não tinha lido nenhum de seus livros e quando me deparei com um exemplar de A Floresta dos Pigmeus em uma livraria, quase o comprei (arrependo-me de não tê-lo feito, agora ele é mais um a figurar na minha lista de desejados) porque fiquei interessada na história. Na época não imaginava que ele era o último volume de uma trilogia publicada originalmente em 2002. Consegui A Cidade das Feras por meio de uma troca no Skoob, me encantei com a narrativa de Allende, e ainda que ele possa ser diferente do estilo empregado em seus livros mais adultos fiquei com vontade de desvendar as outras obras dessa escritora e é claro, terminar de acompanhar as aventuras iniciadas neste livro.

Alexander Cold, um garoto de quinze anos, vive em uma pequena cidade na costa oeste americana com seus pais e suas duas irmãs mais novas, Nicole e Andrea. A mãe de Alexander está muito doente e pouco a pouco o garoto vê sua família ruir junto com o sofrimento da mãe. Para tentar salvar a esposa, o pai decide levá-la para um tratamento no Texas, enquanto isso as meninas ficarão com a avó materna e Alex com a avó paterna. O garoto não tem a avó em alta conta e não ficou muito contente com essa história, mas não teve escolha, foi obrigado a ir para Nova York e dali acompanhar sua avó em uma aventura na Amazônia. Continuar lendo

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Império da Prata – Conn Iggulden

Atenção! Este post trata do quarto livro da série O Conquistador, de Conn Iggulden, e pode conter spoiler do enredo dos livros anteriores (embora a gente evite spoiler de qualquer tipo). Para ler a resenha do terceiro livro, Ossos das Colinas, clique aqui.

 

Império da Prata

Os mongóis eram tribos espalhadas, que lutavam entre si. Um homem desejou unir todos sob um único estandarte e o fez: Gengis Khan. Ele conseguiu transformar os diversos bandos de pastores em uma nação, e espalhou seu domínio por grande parte da Ásia, Oriente e chegou até a Europa. Como todo homem, chega uma hora em que ele deve se preocupar com seu legado e quem vai ser o responsável por guiar a nação mongol após a morte do cã. Este assunto foi decidido no terceiro livro da série: Ossos das Colinas.

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