
“Às vezes acho que uma tragédia vive à espreita de todo mundo; por isso, as pessoas que vão comprar leite na esquina ou que cutucam o nariz enquanto aguardam o sinal abrir estão a apenas alguns minutos de um desastre. Na vida de todos, não importa quão comum seja, existe um momento que se tornará extraordinário – um único embate após o qual tudo o que realmente é importante vai acontecer.” página 5.
Ezra Faulkner era considerado um dos garotos de ouro da escola. Capitão do time de tênis, forte candidato a ser rei do baile, presidente de classe e namorado de uma das “abelhas-rainha” da escola. Quando ele já estava acostumado com sua vida e com o que se esperava dele, um rapaz de 17 anos, popular e que tirava boas novas, mas que parecia fadado a ser eternamente comum, ele teve que enfrentar sua tragédia pessoal. A noite que mudou sua vida era para ser uma simples festa de aniversário, mas que acabou se tornando a noite que Ezra flagrou a namorada o traindo, e logo depois teve seu carro atingido por um motorista que furou o sinal vermelho. Seu carro, bem como seu joelho ficaram irrecuperavelmente destruídos. Ele era Ezra Faulkner, um dos garotos de ouro da escola, mas essa pessoa não existia mais. Ele era o garoto que vivia com uma raquete na mão desde pequeno, e que agora nunca mais seguraria uma nas quadras novamente… Continuar lendo






Millie Brown estava passeando pelo campo, exercitando o pônei que lhe pagavam para cuidar. Uma explosão acontece, o pônei se afasta assustado e Millie fica desacordada, estatelada no chão. Quando dá por si, ela está beijando o homem que veio verificar se ela estava bem. Ed Mitchum se desvencilha da moça, e insiste em leva-la ao hospital mais próximo, para garantir que ela ficará bem. Quando as enfermeiras se recusam a dispensar Millie com medo de uma concussão, ela o convence a deixa-la ficar na casa dele nas próximas 12 horas. 










